Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 41/2021)

08/11/2021 16:05

Número de focos

No dia  16 de outubro de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro a 16 de outubro de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 50.321 focos do mosquito em 221 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 29.186 focos em 192 municípios, houve um aumento de 72% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 41/2021, são 118 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 16 de outubro de 2021, foram notificados 32.876 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 18.896 (57%) foram confirmados, dos quais 18.578 são autóctones e 70 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.476), seguido por Navegantes com 673 casos e Camboriú com 301.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº28/2021. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/conteudos/boletim2021/dengue28/dengue28.pdf> Acesso em 08/11/2021.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 39/2021)

19/10/2021 14:27

Número de focos

No dia  02 de outubro de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro a 02 de outubro de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 48.760 focos do mosquito em 220 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 27.866 focos em 190 municípios, houve um aumento de 75% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 39/2021, são 118 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 02 de outubro de 2021, foram notificados 32.659 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 18.894 (58%) foram confirmados, dos quais 18.577 são autóctones e 69 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.480), seguido por Navegantes com 672 casos e Camboriú com 301.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº26/2021. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/conteudos/boletim2021/dengue27/dengue27.pdf> Acesso em 27/09/2021.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro

Manual e Cartilha de Prevenção e Combate ao Aedes aegypti na UFSC

28/09/2021 17:04

A principal forma de combater a dengue e as demais doenças é combatendo o mosquito, e isso só ocorre com a eliminação dos potenciais criadouros, ou seja, deve-se eliminar qualquer ponto que acumule água parada com livre acesso ao mosquito.

Para auxiliar esse trabalho a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC e a Comissão de Combate à Dengue divulgam dois documentos importantes para guiar toda a Universidade no combate ao mosquito Aedes aegypti. Eles se somam à amplitude de materiais voltados para o tema, contudo, seu diferencial está no ponto focal: a UFSC.

O primeiro é o Manual de Prevenção e Combate ao Aedes aegypti na UFSC, traz conteúdo acessível à todos os públicos, contudo foi produzido com a preocupação de indicar aos servidores da UFSC os caminhos administrativos de execução, tais como contratos disponíveis, setores de acionamento e contatos gerais.

O segundo, a cartilha de combate ao mosquito, informa os principais locais na UFSC que podem ser considerados criadouros e alerta toda a comunidade a ficar atenta quanto aos sinais indicativos de água parada, mesmo que não visível, e as ações que podem ser tomadas.

Boa leitura.

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 37/2021)

27/09/2021 16:41

Número de focos

No dia  23 de setembro de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro de 2021 à 18 de setembro de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 47.850 focos do mosquito em 220 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 26.989 focos em 190 municípios, houve um aumento de 77,3% do número de focos do mosquito detectados no estado (Figura 1).

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 37/2021, são 116 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 18 de setembro de 2021, foram notificados 32.466 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 18.968 (58%) foram confirmados, dos quais 18.656 são autóctones e 67 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.564), seguido por Navegantes com 672 casos e Camboriú com 301.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº26/2021. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/1756-boletim-epidemiologico-n-25-2021-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-04-09-2021-se-35-2021%22> Acesso em 27/09/2021.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 35/2021)

15/09/2021 00:16

Número de focos

No dia  04 de setembro de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro de 2021 à 04 de setembro de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 46.903 focos do mosquito em 219 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 26.271 focos em 187 municípios, houve um aumento de 78,5% do número de focos do mosquito detectados no estado (Figura 1).

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 35/2021, são 116 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 04 de setembro de 2021, foram notificados 32.259 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 19.115 (59%) foram confirmados, dos quais 18.606 são autóctones e 67 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.520), seguido por Navegantes com 670 casos e Camboriú com 301.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº25/2021. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/1756-boletim-epidemiologico-n-25-2021-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-04-09-2021-se-35-2021%22> Acesso em 04/09/2021.

Escrito e revisado por: Liridiane B. Pillar

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 33/2021)

14/09/2021 23:43

Número de focos

No dia  21 de agosto de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro de 2021 à 21 de agosto de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 45.984 focos do mosquito em 219 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 25.680 focos em 187 municípios, houve um aumento de 79,1% do número de focos do mosquito detectados no estado (Figura 1).

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 33/2021, são 115 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 21 de agosto de 2021, foram notificados 31.986 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 19.166 (60%) foram confirmados, dos quais 18.513 são autóctones e 65 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.433), seguido por Navegantes com 670 casos e Camboriú com 301.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº24/2021. Disponível em: < http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/1750-boletim-epidemiologico-n-24-2021-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-21-08-2021-se-33-2021> Acesso em 21/08/2021.

Escrito e revisado por: Liridiane B. Pillar

 

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 31/2021)

17/08/2021 11:11

Número de focos

No dia 13 de agosto de 2021, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 03 de janeiro de 2021 à 07 de agosto de 2021 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 45.338 focos do mosquito em 218 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 25.012 focos em 187 municípios, houve um aumento de 81,3% do número de focos do mosquito detectados no estado (Figura 1).

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 31/2021, são 115 municípios considerados infestados.

Mapa dos municípios segundo situação entomológica. Santa Catarina, 2021.

 

Casos de dengue

No período de 03 de janeiro de 2021 à 07 de agosto de 2021, foram notificados 31.545 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 19.139 (61%) foram confirmados, dos quais 18.519 são autóctones e 64 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 4 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Joinville apresenta o maior número de casos autóctones no estado (16.448), seguido por Navegantes com 666 casos e Camboriú com 301.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº23/2021. Disponível em: < http://dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/1737-boletim-epidemiologico-n-23-2021-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-07-08-2021-se-31-2021%22> Acesso em 17/08/2021.

Escrito e revisado por: Allisson Castro

 

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 52/2019)

10/01/2020 12:53

Número de focos

No dia 09 de janeiro de 2020, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 30 de dezembro de 2018 e 28 de dezembro de 2019 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 30.029 focos do mosquito em 186 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 16.007 focos em 164 municípios, houve um aumento de 87,6% do número de focos do mosquito detectados no estado (Figura 1).

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 52/2019, são 97 municípios considerados infestados, o que representa um aumento de 27,6% em relação ao mesmo período de 2018, que registrou 76 municípios nessa condição.

 

Casos de dengue

No período de 30 de dezembro de 2018 a 28 de dezembro de 2019, foram notificados 7.423 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 1.911 foram confirmados, dos quais 1.699 são autóctones e 146 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 3 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Itapema apresenta o maior número de casos de dengue no estado (697), seguido por Camboriú com 436 casos e Porto Belo com 106.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do ramal 4202, ou ainda pelo e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Boletim epidemiológico nº31/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/1006-boletim-epidemiologico-n-31-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-28-12-2019-se-52-2019> Acesso em 10/01/2020.

Escrito por: Ana Cristina S. Lima

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 49/2019)

12/12/2019 16:24

Número de focos

No período de 30 de dezembro de 2018 a 07 de dezembro de 2019, foram identificados 27.993 focos do mosquito Aedes aegypti em 186 municípios. Comparando ao mesmo período de 2018, quando foram identificados 15.009 focos em 160 municípios, houve um aumento de 86,5% no número de focos detectados, conforme a Figura 1.

Em relação à situação entomológica, até a SE nº 49/2019, são 97 municípios considerados infestados, o que representa um incremento de 27,6% em relação ao mesmo período de 2018, que registrou 76 municípios nessa condição.

 

 

Casos de dengue

No período de 30 de dezembro de 2018 a 07 de dezembro de 2019, foram notificados 7.266 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 1.912 foram confirmados, dos quais 1.701 são autóctones e 141 casos são importados.

Atualmente, o estado de Santa Catarina possui 3 municípios considerados em situação de epidemia. O município de Itapema apresenta maior número de casos autóctones (697), seguido pelo município de Camboriú com 433 casos autóctones e o município de Porto Belo com 114 casos autóctones.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do ramal 4202, ou ainda pelo e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

Fonte:                        

DIVE, Boletim Epidemiológico nº 30/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/984-boletim-epidemiologico-n-28-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-09-11-2019-se-45-2019> Acesso em 12/12/2019

Escrito por: Ana Cristina S. Lima

Cartilha e manual de combate ao Aedes aegypti na UFSC

25/11/2019 11:10

A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC e a Comissão de Combate à Dengue divulgam dois documentos importantes para guiar toda a Universidade no combate ao mosquito Aedes aegypti. Eles se somam à amplitude de materiais voltados para o tema, contudo, seu diferencial está no ponto focal: a UFSC.

O primeiro é o Manual de Prevenção e Combate ao Aedes aegypti na UFSC, traz conteúdo acessível à todos os públicos, contudo foi produzido com a preocupação de indicar aos servidores da UFSC os caminhos administrativos de execução, tais como contratos disponíveis, setores de acionamento e contatos gerais.

O segundo, a cartilha, que pode ser acessada aqui, informa os principais locais na UFSC que podem ser considerados criadouros e alerta toda a comunidade a ficar atenta quanto aos sinais indicativos de água parada, mesmo que não visível, e as ações que podem ser tomadas.

Não deixem de acessar, ler e compartilhar!

Estas medidas fazem parte das ações estratégicas de conscientização para o combate a dengue na UFSC. No estado de Santa Catarina, até o dia 09 de novembro do corrente ano, segundo boletim   28/2019 da diretoria de vigilância epidemiológica, já são 25.747 focos positivos do Aedes aegypti em 184 municípios. Comparando ao mesmo período de 2018, observa-se um aumento de 85% no número de focos detectados. No mesmo compasso, já são 1.898 casos de dengue confirmados no estado, sendo destes, 1.698 autóctones, ou seja, que foram gerados aqui dentro de Santa Catarina.

No Brasil a situação não está muito diferente. O número de casos de dengue aumentou quase 600 vezes até setembro deste ano, 7 vezes mais quando comparado à 2018.

Para o Biólogo da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, Allisson Castro, isso mostra a extrema necessidade de se buscar novas estratégias tanto para o combate direto ao mosquito, quanto para informar e conscientizar a população do seu papel nesta luta, que é contínua. É de fato uma luta de vida ou morte.

No mês de novembro entramos em período crítico. As chuvas frequentes associadas ao calor são fatores delineadores das condições ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti. Contudo, este ciclo pode ser enfaticamente interrompido por ações simples e já conhecidas à muito tempo: evitando-se descartar ou manter materiais que acumulem água parada (limpa ou não) disponíveis ao mosquito.

Acessem a página www.evitedengue.ufs.br e conheça mais sobre as situação atual do estado de Santa Catarina e as ações da UFSC no combate ao Aedes aegypti.