Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 38/2023)

15/02/2024 07:48
  • A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

    >> Santa Catarina:

    Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 70.815 em 236 municípios, um aumento de 7,56% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

    Com relação aos casos de dengue, foram notificados 245.842 casos suspeitos de dengue. Destes, 119.429 foram confirmados e  101.542 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 3.871 ainda permanecem como suspeitos.

    Do total de casos confirmados até o momento, 92,9% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

    >>Para Florianópolis:

    No município de Florianópolis, foram confirmados 21.049 casos de dengue e 16 óbitos desde o início do ano.

    Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

    • Rio Vermelho (449);
    • Capivari (382) e
    • Trindade (261)

    Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

    Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

    Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

    Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

    DIVE, Informe Epidemiológico nº38/2023. Disponível em: <https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ38-2023.pdf > 

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 37/2023)

12/12/2023 13:46

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 67.250 em 236 municípios, um aumento de 6,31% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 242.772 casos suspeitos de dengue. Destes, 118.994 foram confirmados e  97.734 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 2.994 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 92,9% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 21.009 casos de dengue e 16 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Rio Vermelho (449);
  • Capivari (378) e
  • Trindade (261)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº35/2023. Disponível em: <https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ37-2023.pdf > Acesso em 12/12/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 36/2023)

12/12/2023 13:36

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 63.995 em 236 municípios, um aumento de 4% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 240.929 casos suspeitos de dengue. Destes, 118.307  foram confirmados e  97.772 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 21.630 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 93,1% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 20.907 casos de dengue e 16 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Rio Vermelho (449);
  • Capivari (378) e
  • Trindade (261)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº35/2023. Disponível em: <https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ36-2023.pdf > Acesso em 12/12/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 35/2023)

21/11/2023 08:58

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 61.589 em 236 municípios, um aumento de 2% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 239.019  casos suspeitos de dengue. Destes, 117.677  foram confirmados e  95.581 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 22.290 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 92,9% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 20.672 casos de dengue e 16 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Rio Vermelho (418);
  • Capivari (376) e
  • Trindade (261)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº35/2023. Disponível em: <https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ35-2023.pdf > Acesso em 21/11/2023. >

 

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 34/2023)

30/10/2023 12:34

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 60.040 em 236 municípios, um aumento de 1,29% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 237.599  casos suspeitos de dengue. Destes, 117.294  foram confirmados e  94.166 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 3.478 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 92% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 19.538 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Rio Vermelho (410);
  • Capivari (376) e
  • Trindade (261)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº34/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ33-2023.pdf> Acesso em 30/10/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 33/2023)

11/10/2023 12:56

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 57.100 em 236 municípios, uma diminuição de 0,73% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 234.728  casos suspeitos de dengue. Destes, 115.872  foram confirmados e  89.452 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 4.554 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 92% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 19.229 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Capivari (372);
  • Rio Vermelho (335) e
  • Trindade (259)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº33/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ33-2023.pdf> Acesso em 11/10/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 32/2023)

25/09/2023 07:44

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 55.182 em 236 municípios, uma diminuição de 2,47% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 232.341 casos suspeitos de dengue. Destes,  113.963  foram confirmados e  86.215 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 4.840 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 91% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 18.158 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Capivari (360);
  • Rio Vermelho (316) e
  • Trindade (258)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº32/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ32-2023.pdf> Acesso em 25/09/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 31/2023)

14/09/2023 11:56

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 53.801 em 236 municípios, uma diminuição de 3,39% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 229.547 casos suspeitos de dengue. Destes, 110.929 foram confirmados e 82.870 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 4.722 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 91% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 18.158 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Capivari (332);
  • Rio Vermelho (275) e
  • Trindade (258)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº31/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ31-2023.pdf> Acesso em 14/09/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 30/2023)

04/09/2023 11:52

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 53.232 em 236 municípios, uma diminuição de 3,50% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 228.058 casos suspeitos de dengue. Destes, 108.870 foram confirmados e 80.671 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 4.918 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 90% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 17.299 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Capivari (307);
  • Trindade (258) e
  • Canasvieiras (244)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº30/2023. Disponível em: < DIVE, Informe Epidemiológico nº30/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ30-2023.pdf> Acesso em 04/09/2023. >

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina (Informe nº 29/2023)

01/09/2023 10:37

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 52.478 em 236 municípios, uma diminuição de 4,07% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 225.602 casos suspeitos de dengue. Destes, 107.016 foram confirmados e  78.007 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 5.723 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 90% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

>>Para Florianópolis:

No município de Florianópolis, foram confirmados 16.886 casos de dengue e 15 óbitos desde o início do ano.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Capivari (283);
  • Trindade (256) e
  • Canasvieiras (244)

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2023.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

DIVE, Informe Epidemiológico nº26/2023. Disponível em: < DIVE, Informe Epidemiológico nº29/2023. Disponível em: < https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/2023/Informe-DengueCZ-29-2023.pdf> Acesso em 01/09/2023. >