Curiosidades sobre o mosquito Aedes aegypti

25/04/2022 17:12

Originário do continente Africano, o Aedes aegypti é um mosquito um pouco menor que os outros e é preto com listras brancas. É conhecido no Brasil por ser o transmissor da dengue, do zika vírus, da febre de chikungunya e da febre amarela. 

Os mosquitos machos se alimentam apenas de frutas, enquanto são as fêmeas que se alimentam de sangue para o amadurecimento dos ovos, que podem ser de 150 a 200 ovos. Seus ovos são colocados próximos da água, em reservatórios naturais ou artificiais.  Aguardam a chuva para eclodirem, e enquanto a chuva não vem eles podem aguentar em torno de até um ano no ambiente seco. Após a eclosão dos ovos, as larvas passam por vários estágios, podendo chegar na fase adulta entre sete e nove dias no verão, e até 20 dias no inverno.

Como são muito adaptados ao ambiente urbano, podem se abrigar em quintais e áreas externas, mas também se aglomeram no interior das casas, o que dificulta o controle por pesticidas.

O mosquito Aedes aegypti é muito semelhante a outro mosquito, o Aedes albopictus, um mosquito um pouco menos preocupante. Ambos tem aparência semelhante, porém suas diferenças são evidentes quando se compara as marcas no tórax. O A. aegypti tem listras em forma de lira, e o A. albopictus tem duas linhas paralelas.

Situação epidemiológica da dengue em Santa Catarina (12/04/2022)

21/04/2022 07:00

Um relatório apresentando o panorama da dengue no estado de Santa Catarina foi lançado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-SC).

Do início do ano de 2022 até o dia 12 de abril de 2022, foram notificados 31.939 casos de dengue em Santa Catarina. Os três municípios com os maiores números de notificações de casos autóctones (ou seja, o local de infecção com a doença foi dentro do próprio município) foram Maravilha, Joinville e Concórdia – todas com mais de mil casos notificados.

Três das cinco cidades que possuem campus da Universidade Federal de Santa Catarina tiveram notificações de casos autóctones de dengue. Seguem os números para cada uma delas:

  • Joinville – 1.166 casos de dengue notificados;
  • Florianópolis – 354 casos de dengue notificados;
  • Blumenau – 335 casos de dengue notificados.

Até o momento, 14.497 destas mais de trinta mil notificações foram confirmados. Destes, 12.251 são autóctones. 26 municípios atingiram o nível de epidemia de dengue, de acordo com a definição estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS; taxa de incidência maior que 300 por 100 mil habitantes).

Gráfico de número de casos segundo a data de início dos sintomas. Mostra uma crescente atenuada de casos a partir de março. Fonte: Informe Epidemiológico nº1/2022 | SINAN On-line (Atualizado em: 12/04/2022).

Desde janeiro até o momento, foram notificados 24 óbitos em decorrência da dengue – 11 confirmados e 13 ainda em investigação.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti é o transmissor do vírus da dengue, do zika vírus, da febre chikungunya e da febre amarela!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

 

Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE-SC) | Informe Epidemiológico nº1/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Informe-Dengue01-2022att.pdf> (Acessado em 19 de abril de 2022)
Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa março/2022)

21/04/2022 07:00

Foi divulgado pela DIVE o LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti) realizado em março de 2022. O LIRAa é uma atividade que permite a identificação de áreas com maior ocorrência de focos do mosquito Aedes aegypti, podendo assim indicar índices de transmissão de dengue, zika vírus e febre de chikungunya.

Esta atividade consiste na visita de um determinado número de imóveis e coleta de larvas para identificação, assim definindo o Índice de Infestação Predial (IIP). Municípios classificados como “Infestados” são orientados, pelo estado de Santa Catarina, a realizar o LIRAa nos meses de março e novembro.

Nesse ano, 118 municípios estão infestados e foram orientados a realizar o LIRAa. 45% dos municípios que realizaram o LIRAa  apresentaram ALTO RISCO para a transmissão de dengue, zika e chikungunya, sendo que 21 desses municípios estão localizados no oeste do estado.

O LIRAa fornece informações importantes para o combate ao mosquito Aedes aegypti, levantando dados sobre os potenciais focos de reprodução da espécie, que é exótica e transmissora da dengue, zika vírus, febre amarela e febre de chikungunya. Os principais dados levantados são sobre as quantidades e tipos de recipientes que podem servir como criadouros para o mosquito. A partir desse levantamento, é possível construir estratégias e direcionar recursos para ações de combate específicas.

No mês de março deste ano, foram inspecionados um total de 100.679 depósitos. Os principais recipientes foram pratos de plantas e baldes; lixo e sucata; além de calhas e piscinas.

Atualmente 26 municípios em Santa Catarina atingiram o nível de epidemia de dengue, então frisamos: “O controle do Aedes aegypti ainda é a melhor estratégia para evitar a transmissão de dengue, febre de chikungunya e zika vírus no estado de Santa Catarina.“.

Evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE-SC) | Informe Epidemiológico nº1/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Informe-Dengue01-2022att.pdf> (Acessado em 19 de abril de 2022)
Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 13/2022)

13/04/2022 07:00

Número de focos

No dia  02 de abril de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 02 de abril de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 25.971 focos em 210 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 26.235 focos em 203 municípios, houve uma pequena diminuição do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 13/2022, são 125 municípios considerados infestados, um aumento de 13,6% em relação ao mesmo período de 2021.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 02 de abril de 2022, foram notificados 22.561 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 9.422 (42%) foram confirmados, dos quais 7.515 são autóctones, 71 casos são importados, 1.725 casos estão em investigação do local provável de infecção e 111 estão indeterminados.

Até o momento, foram notificados 17 óbitos em decorrência da doença e 21 municípios de Santa Catarina atingiram o nível de epidemia.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº09/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Boletim-Dengue09-08-04-2022.pdf.pdf> Acesso em 12/04/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

12/04/2022 16:04

No dia 11 de abril, a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo baseado em dados publicados no boletim epidemiológico, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), sobre o Aedes aegypti.

O informativo relata que 125 municípios em Santa Catarina estão infestados pelo mosquito e 21 municípios se encontram em EPIDEMIA DE DENGUE.

No município de Florianópolis, foram confirmados 288 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 13 são importados, significando que a maioria é infecção dentro do próprio município.  Também foram notificados 17 óbitos em decorrência da dengue, sendo 08 destes casos confirmados e 09 ainda em investigação.

Atualmente, Florianópolis segue em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, contabilizando um total de 3.177 focos do mosquito. É seguida pelos municípios de Joinville (com 2.749 focos), São José (com 1.943 focos), Blumenau (com 1.215 focos) e Navegantes (com 1.102 focos).

No momento, aproximadamente 73% dos bairros do município de Florianópolis estão com focos do mosquito Aedes aegypti. Vários bairros já registraram casos de dengue, sendo o bairro Itacorubi o mais afetado, com 137 casos confirmados, seguido pela Agronômica, o Córrego Grande, a Trindade, os Ingleses e mais.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Córrego Grande (231);
  • Canasvieiras (203);
  • Cachoeira do Bom Jesus (190).

Outros bairros estão listados no informativo, junto do número de focos encontrados em cada um.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também do chikungunya, da febre amarela e do zika.

O informativo semanal pode ser encontrado na página de Cartilhas, aqui no site Evite Dengue UFSC.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 12/2022)

07/04/2022 11:18

Número de focos

No dia  26 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 26 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 23.253 focos em 209 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 24.512 focos em 200 municípios, houve uma diminuição de 5,1% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 12/2022, são 124 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 26 de março de 2022, foram notificados 14.937 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 5.478 (37%) foram confirmados, dos quais 4.156 são autóctones, 60 casos são importados, 1.202 casos estão em investigação do local provável de infecção e 60 estão indeterminados.

Além disso, até o momento foram notificados 10 óbitos em decorrência da doença – 04 destes confirmados e 06 em investigação.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº08/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Boletim07-dengue-chikungunya-e-zika-25-03-2022.pdf> Acesso em 07/04/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 11/2022)

31/03/2022 14:11

Número de focos

No dia  12 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 19 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 20.940 focos em 204 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 22.954 focos em 194 municípios, houve uma diminuição de 8,8% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 11/2022, são 120 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 19 de março de 2022, foram notificados 8.968 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 2.657 (30%) foram confirmados, dos quais 2.122 são autóctones, 50 casos são importados, 456 casos estão em investigação do local provável de infecção e 29 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº07/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Boletim07-dengue-chikungunya-e-zika-25-03-2022.pdf> Acesso em 31/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 10/2022)

24/03/2022 19:04

Número de focos

No dia  12 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 12 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 18.023 focos em 196 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 21.447 focos em 188 municípios, houve uma diminuição de 16% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 10/2022, são 119 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 12 de março de 2022, foram notificados 5.129 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 1.295 (25%) foram confirmados, dos quais 1.058 são autóctones, 44 casos são importados, 182 casos estão em investigação do local provável de infecção e 11 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº06/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/BoletimDengue06-18-03-22.pdf> Acesso em 24/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 09/2022)

16/03/2022 07:00

Número de focos

No dia  05 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 05 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 15.159 focos em 190 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 19.246 focos em 185 municípios, houve uma diminuição de 21,2% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 09/2022, são 119 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 05 de março de 2022, foram notificados 3.231 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 518 (16%) foram confirmados, dos quais 414 são autóctones, 38 casos são importados, 62 casos estão em investigação do local provável de infecção e 04 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº05/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Dengue5-2022.pdf> Acesso em 14/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Combate ao Aedes aegypti no ambiente de trabalho:

10/03/2022 18:50

Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, alguns esforços individuais são fundamentais. Algumas das ações que podem ser feitas por você são:

1. Areia nos pratos de vasos de planta: Colocar terra nos pratos de vasos é uma maneira de evitar que haja o acúmulo de água neste recipiente. Seja pela chuva ou seja pela própria água usada para regar o vaso, a água fica ali parada e se torna o ambiente perfeito para que a fêmea do mosquito deposite seus ovos e posteriormente para o desenvolvimento das larvas. Nos ambientes de trabalho é comum haver pequenos vasos de plantas, que costumam ser regados nas sextas-feiras para que tenham água no final de semana. A terra no prato absorve a água em excesso e ajuda a evitar água parada.

2. Deixar recipientes de cabeça para baixo: Recipientes propensos a acumular água, como baldes, vasos, garrafas e copos devem ser deixados de cabeça para baixo quando em ambientes abertos. Dessa maneira, não irão acumular água quando chover.

3. Limpar a bandeja do dispenser de água: Objetos como filtros de água, bebedouros de bomba/galão e geladeiras com dispenser costumam ter uma bandeja que armazena a água sobressaltante. Essa água, se não for dispensada, se torna um convite para o Aedes aegypti. Para evitar essa água parada, a bandeja deve ser limpa e higienizada com sabão neutro frequentemente.

4. Manter a caixa d’água fechada: A caixa d’água de prédios e casas é um reservatório de água parada também. Por isso, é importante mantê-la fechada e a limpeza deve ser feita regularmente (a cada três meses), com produtos específicos para eliminar ovos do mosquito que possam ter sido postos.

5. Denunciar as situações observadas através do email: evitedengue@contato.ufsc.br