Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº 09/2022)

22/06/2022 09:09

Número de focos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde) divulgou o levantamento que tem sido realizado desde o início de janeiro até o dia 08 de junho de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 46.589 focos em 229 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 41.029 focos em 217 municípios, houve um aumento de 15% no número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, são 130 municípios considerados infestados, um aumento de 13% em relação ao mesmo período de 2021.

 

Casos de dengue

Até 08 de junho de 2022, foram notificados 110.295 casos de dengue em Santa Catarina, dos quais 59.323 (53,8%) foram confirmados. Destes, 55.035 (93%) são autóctones: a transmissão da doença tem ocorrido, majoritariamente, dentro do próprio estado.

Até o momento, foram notificados 89 óbitos em decorrência da doença (61 destes confirmados), e 64 municípios de Santa Catarina atingiram o nível de epidemia.

 

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Informe Epidemiológico nº09/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue9-2022.pdf> Acesso em 22/06/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

20/06/2022 14:23

No dia 20 de junho a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 3.773 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 77 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis, com 4.768 focos, e São José, com 3.114 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 462 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (351);
  • Córrego Grande (284); e
  • Canasvieiras (254).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Além disso, o informe traz curiosidades sobre insetos populares hematófagos (“que picam”), como o borrachudo, o pernilongo e a mutuca, que pertencem a grupos biológicos diferentes e podem ser encontrados em diferentes ambientes – mas todos tem um fator em comum: a fêmea do inseto é quem precisa consumir sangue.

As informações na íntegra podem ser encontradas no informe oficial, que se encontra na página de cartilhas do site Evite Dengue.

 

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

10/06/2022 11:03

No dia 06 de junho a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 2.689 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 52 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

 

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis, com 4.601 focos, e São José, com 3.083 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 411 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (346);
  • Córrego Grande (275); e
  • Canasvieiras (239).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022. Deve-se observar também que, da última semana para cá, alguns bairros tiveram um menor aumento no número de focos em relação ao que vem sido acompanhado nas últimas semanas. Também houveram bairros que mantiveram o número ou até diminuíram.

Também consta no boletim que serão aplicadas em alguns bairros do município Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDS). A equipe de técnicos e técnicas passou por capacitação com pesquisadores da Fiocruz Manaus – que têm levado essa capacitação à outras áreas do Brasil, como o estado de Tocantins. Após dois anos de avaliações e discussões, o método será aplicado nos bairros: Itacorubi, Saco Grande, Trindade, Agronômica, Carvoeira, Canasvieiras, Ingleses, Capivari e Lagoa da Conceição. As EDS serão monitoradas por um ano. Para entender mais sobre EDS, recomendamos a leitura da notícia publicada pela Secretaria da Comunicação do governo do estado de Tocantins.

 

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº08/2022)

06/06/2022 16:21

Número de focos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde) divulgou o levantamento que tem sido realizado desde o início de janeiro até o dia 31 de maio de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 45.952 focos em 229 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 39.953 focos em 217 municípios, houve um aumento de 13% no número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, são 130 municípios considerados infestados, um aumento de 13% em relação ao mesmo período de 2021.

 

Casos de dengue

Até 31 de maio de 2022, foram notificados 100.937 casos de dengue em Santa Catarina, dos quais 53.049 (52,5%) foram confirmados. Destes, 48.892 (92%) são autóctones: a transmissão da doença tem ocorrido, majoritariamente, dentro do próprio estado.

Até o momento, foram notificados 83 óbitos em decorrência da doença (54 destes confirmados), e 64 municípios de Santa Catarina atingiram o nível de epidemia.

 

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Informe Epidemiológico nº08/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue8-2022.pdf> Acesso em 06/06/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

30/05/2022 15:19

No dia 23 de maio a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 2.598 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 51 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

 

Também foi registrado o primeiro óbito por dengue em 2022, paciente da Barra da Lagoa.

 

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis, com 4.548 focos, e São José, com 3.067 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 407 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (342);
  • Córrego Grande (275);
  • Canasvieiras (239) e
  • Capivari (214).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um.

Também consta no boletim informações referentes ao LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti) – já abordados pela Comissão de Combate à Dengue via e-mails anteriores. Essas informações reforçam a necessidade de atenção para acúmulo de água em itens como vasos e pratos de plantas, bebedouros de animais e potes em geral.

Desde o início do ano de 2022, o município teve apenas um caso de chikungunya confirmado e nenhum caso de zika vírus confirmado.

 

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº07/2022)

30/05/2022 14:49

Número de focos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde) divulgou o levantamento que tem sido realizado desde o início de janeiro até o dia 25 de maio de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 44.368 focos em 229 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 39.155 focos em 217 municípios, houve um aumento de 13,3% no número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, são 130 municípios considerados infestados, um aumento de 13% em relação ao mesmo período de 2021.

 

 

Casos de dengue

Até 25 de maio de 2022, foram notificados 95.242 casos de dengue em Santa Catarina, dos quais 50.033 (52,5%) foram confirmados. Destes, 45.968 (91,8%) são autóctones: a transmissão da doença tem ocorrido, majoritariamente, dentro do próprio estado.

Até o momento, foram notificados 77 óbitos em decorrência da doença (47 destes confirmados), e 61 municípios de Santa Catarina atingiram o nível de epidemia.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Informe Epidemiológico nº07/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue7-2022.pdf> Acesso em 30/05/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº06/2022)

23/05/2022 16:15

Número de focos

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde) divulgou o levantamento que tem sido realizado desde o início de janeiro até o dia 18 maio de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 42.546 focos em 229 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 37.962 focos em 216 municípios, houve um aumento de 12,1% no número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, são 130 municípios considerados infestados, um aumento de 15% em relação ao mesmo período de 2021.

Casos de dengue

Até 18 de maio de 2022, foram notificados 83.365 casos de dengue em Santa Catarina, dos quais 42.831 (51%) foram confirmados. Destes, 38.965 (91%) são autóctones: a transmissão da doença tem ocorrido, majoritariamente, dentro do próprio estado.

Até o momento, foram notificados 66 óbitos em decorrência da doença (41 destes confirmadamente em decorrência da dengue), e 59 municípios de Santa Catarina atingiram o nível de epidemia.

 

 

Informes anteriores relativos aos meses de abril e maio podem ser encontrados no site da DIVE.

 

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Informe Epidemiológico nº06/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue6-2022.pdf> Acesso em 23/05/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

23/05/2022 14:45

No dia 23 de maio a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 2.072 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 47 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis, com 4.383 focos, e São José, com 3.032 focos. 

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 368 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (323);
  • Córrego Grande (272);
  • Canasvieiras (238) e
  • Capivari (204).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um.

 

Também consta no boletim os resultados de uma pesquisa que identificou padrões de aumento de atividade do Aedes aegypti conforme aumento da temperatura do ambiente (maior atividade das 14h às 18h), e indica que há uma redução da atividade esperada durante o amanhecer, quando este ocorre em temperaturas muito baixas).

 

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

18/05/2022 09:39

No dia 16 de maio a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o mosquito Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA DE DENGUE.

Apenas na região de Florianópolis, foram confirmados 1.609 casos de dengue desde o início do ano. Destes, apenas 42 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis, com 4.248 focos, e São José, com 2.995 focos. 

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 323 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Saco Grande e Ingleses (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (275);
  • Córrego Grande (270);
  • Canasvieiras (235) e
  • Cachoeira do Bom Jesus (202).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um.

 

Também consta no boletim a identificação de um novo tipo de vírus da dengue em território nacional (anteriormente presente apenas na Ásia, Pacífico, Oriente Médio e África). Esse fato é preocupante pois a nova cepa pode se disseminar de forma mais eficiente do que as já existentes no Brasil, tendo como consequência um possível aumento no número de casos e mortes decorrentes da doença. Por enquanto no município são encontradas apenas duas cepas com circulação simultânea: DENV1 e DENV2.

Além da dengue, também foi confirmado um caso de chikungunya em Florianópolis.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

 

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

O informativo semanal pode ser encontrado na página de Cartilhas, aqui no site Evite Dengue UFSC.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

29/04/2022 16:54

No dia 25 de abril, a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo sobre o Aedes aegypti.

Florianópolis declarou SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA de dengue por meio do decreto n. 23.790, de 12 de abril de 2022.

No município de Florianópolis, foram confirmados 660 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 23 são importados, significando que a maioria das infecções estão ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Florianópolis segue em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, contabilizando um total de 3.890 focos do mosquito. É seguida pelos municípios de Joinville (com 3.268 focos), São José (com 2.433 focos), Blumenau (com 1.499 focos) e Navegantes (com 1.272 focos).

Vários bairros do município de Florianópolis já registraram casos de dengue, sendo o bairro Itacorubi o mais afetado, atualmente com 224 casos confirmados, seguido pela Agronômica, a Carvoeira, os Ingleses, a Trindade e mais.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Córrego Grande (264);
  • Canasvieiras (228);
  • Itacorubi (224);
  • Cachoeira do Bom Jesus (198).

Outros bairros estão listados no informativo, junto do número de focos encontrados em cada um.

Atualmente, o município apresenta circulação simultânea dos sotoripos DENV1 e DENV2.

 

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus.

 

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S