Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº29/2022)

19/12/2022 16:34

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 64.224 em 233 municípios, um aumento de 11,5% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 136.595 casos suspeitos de dengue. Destes, 83.246 foram confirmados e 50.394 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 2.159 casos foram classificados como inconclusivos e 796 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 96% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

Até o momento, foram notificados 119 óbitos no estado – 90 confirmados e 29 foram descartados como dengue.

>>Para Florianópolis:

No dia 19 de dezembro a Prefeitura de Florianópolis divulgou informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.231 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 105 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 6.182 focos – e São José – com 4.010 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 559 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (377);
  • Córrego Grande (317); e
  • Canasvieiras (313).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Informe Epidemiológico nº29/2022. Disponível em: < DIVE, Informe Epidemiológico nº29/2022. Disponível em: <https://dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-DengueCZ29-2022A.pdf> Acesso em 19/12/2022. > Acesso em 19/12/2022.

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Florianópolis (Informativo 12/12/2022)

12/12/2022 15:23

O Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue em Florianópolis.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.229 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 105 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 6.111 focos – e São José – com 3.959 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 559 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

Itacorubi (373);
Córrego Grande (317); e
Canasvieiras (307).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Florianópolis (Informativo 05/12/2022)

05/12/2022 10:40

O Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue em Florianópolis.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.231 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 107 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 6.060 focos – e São José – com 3.883 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 559 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

Itacorubi (368);
Córrego Grande (317); e
Canasvieiras (305).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº27/2022)

21/11/2022 15:17

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 60.864 em 231 municípios, um aumento de 13,2% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 135.061 casos suspeitos de dengue. Destes, 83.034 foram confirmados e 48.531 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 2.844 casos foram classificados como inconclusivos e 652 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 96% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

Até o momento, foram notificados 118 óbitos no estado – 90 confirmados e 28 foram descartados como dengue.

>>Para Florianópolis:

No dia 21 de novembro a Prefeitura de Florianópolis divulgou informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.228 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 105 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 6.023 focos – e São José – com 3.815 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 559 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (367);
  • Córrego Grande (317); e
  • Canasvieiras (305).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Informe Epidemiológico nº27/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue22-2022.pdf> Acesso em 21/11/2022.

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Florianópolis (Informativo 14/11/2022)

16/11/2022 09:01

O Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue em Florianópolis.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.228 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 105 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 6.014 focos – e São José – com 3.810 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 559 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

Itacorubi (367);
Córrego Grande (317); e
Canasvieiras (305).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Atualização sobre o Aedes Aegypti em Santa Catarina e Florianópolis

07/11/2022 13:39

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) e o Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis publicou publicaram informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina e em Florianópolis.

>> Santa Catarina:

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 60.036 em 231 municípios, um aumento de 15,2% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 134.540 casos suspeitos de dengue. Destes, 83.030 foram confirmados e 47.995 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 2.840 casos foram classificados como inconclusivos e 675 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 96% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

Até o momento, foram notificados 118 óbitos no estado – 90 confirmados e 28 foram descartados como dengue.

>>Para Florianópolis:

No dia 07 de novembro a Prefeitura de Florianópolis divulgou informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.146 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 99 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 5.987 focos – e São José – com 3.792 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 367 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (367);
  • Córrego Grande (317); e
  • Canasvieiras (303).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Informe Epidemiológico nº26/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-DengueCZ26-2022.pdf> Acesso em 07/11/2022.
 Escrito e revisado por: Lais Cristina Rozone de Souza.

Atualização epidemiológica e entomológica da dengue em Florianópolis (Informativo 19/09/2022)

19/09/2022 09:07

No dia 19 de setembro a Prefeitura de Florianópolis divulgou informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.355 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 136 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 5.574 focos – e São José – com 3.488 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 558 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (363);
  • Córrego Grande (290); e
  • Canasvieiras (287).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro.

Atualização epidemiológica e entomológica da dengue em Florianópolis (Informativo 12/09/2022)

12/09/2022 08:58

No dia 12 de setembro a Prefeitura de Florianópolis divulgou informativo sobre o Aedes aegypti.

Nesse documento, é reforçado o status do município de SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PÚBLICA e EPIDEMIA.

No município de Florianópolis, foram confirmados 4.351 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 134 são importados, significando que a maioria das infecções está ocorrendo dentro do próprio município.

Atualmente, Joinville está em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, seguida por Florianópolis – com 5.529 focos – e São José – com 3.445 focos.

O Itacorubi segue sendo o bairro mais afetado pela dengue, atualmente com 558 casos confirmados, seguido pela Agronômica, Centro, Ingleses e Saco Grande (entre outros).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Itacorubi (363);
  • Córrego Grande (290); e
  • Canasvieiras (281).

Outros bairros estão listados no informativo em ordem decrescente, acompanhados dos números de focos encontrados em cada um desde o início de 2022.

Até o momento foram registrados três óbitos por dengue, residentes da Barra da Lagoa, Tapera e Centro.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre de chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro.

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº22/2022)

12/09/2022 08:54

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no estado de Santa Catarina desde o início de 2022, em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde).

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 55.740 em 231 municípios, um aumento de 14,7% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 131.781 casos suspeitos de dengue. Destes, 82.394 foram confirmados e 45.631 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 2.995 casos foram classificados como inconclusivos e 761 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 96% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

Até o momento, foram notificados 117 óbitos no estado – 90 confirmados e 27 foram descartados como dengue.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Informe Epidemiológico nº22/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue22-2022.pdf> Acesso em 12/09/2022.
 Escrito e revisado por: Allisson J G Castro.

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Informe nº21/2022)

05/09/2022 08:52

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no estado de Santa Catarina desde o início de 2022, em conjunto com a GEZOO (Gerência de Vigilância de Zoonoses, Acidentes por Animais Peçonhentos e Doenças Transmitidas por Vetores) e o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde).

Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 55.320 em 230 municípios, um aumento de 14,7% no número de focos quando comparado ao mesmo período do ano passado.

Com relação aos casos de dengue, foram notificados 132.061 casos suspeitos de dengue. Destes, 82.404 foram confirmados e 44.678 foram descartados por apresentarem resultado negativo. 3.936 casos foram classificados como inconclusivos e 1.043 ainda permanecem como suspeitos.

Do total de casos confirmados até o momento, 96% são autóctones (originados dentro do Estado de Santa Catarina).

Até o momento, foram notificados 117 óbitos no estado – 90 confirmados e 27 foram descartados como dengue.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

Fonte:

DIVE, Informe Epidemiológico nº20/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Informes/Informe-Dengue21-2022.pdf> Acesso em 05/09/2022.
 Escrito e revisado por: Allisson J G Castro.