Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 23/2019)

01/07/2019 11:50

Número de Focos

No dia 13 de junho, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou novo boletim epidemiológico sobre Aedes aegypti.
Nesse boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 19.415 em 183 municípios, um aumento de 71,9% no número de focos quando comparado ao mesmo período de ano passado.

 Figura 1: Mapa dos municípios segundo situação entomológica. Santa Catarina, 2019.

(Atualizado em: 08/06/2019).

Casos de dengue

Com relação aos casos confirmados de dengue, já são  987 casos de dengue, dos quais  846 são autóctones (transmissão dentro do estado) e 83 são importados. Em comparação com o último boletim, houve a confirmação de 35 casos autóctones e 3 casos importados.
O município de Itapema foi o que registrou mais casos autóctones (428), seguido por Camboriú (127), Porto Belo (65), Cunha Porã (30) e Florianópolis (9). Também foram registrados casos confirmados de febre chikungunya, sendo um total de 13 casos no estado, todos importados. Até o momento, nenhum caso de zika foi confirmado. Os dados encontram-se no documento anexado.

Tendo isso em vista, vale salientar que todos devemos tomar as medidas possíveis para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Na UFSC, a Comissão de Combate à Dengue reúne esforços para pensar estratégias de combate ao mosquito em nossos campi e contamos com o apoio da comunidade universitária para colocar as ideias em prática junto conosco.

Por isso, reforçamos a necessidade de que todos e todas fiquem alertas para a existência de possíveis criadouros em seu local de trabalho!

Fique ligado! O Aedes aegypti também é  o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do ramal 4202, ou ainda pelo e-mail evitedengue@contato.ufsc.br

 

Fonte:

DIVE, Boletim Epidemiológico nº18/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/878-boletim-epidemiologico-n-15-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-18-05-2019-se-20-2019> Acesso em 01/07/2019

Escrito por: Ana Cristina S. Lima

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 20/2019)

28/05/2019 14:53

Número de focos

Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 30 de dezembro de 2018 até 18 de maio de 2019, foram registrados 17.568 focos de Aedes aegypti, em 181 municípios catarinenses, um aumento de 65,2% quando comparado ao mesmo período do ano de 2018. Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região oeste e alguns municípios do litoral (Figura 1).

SE 20-2019

Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica (atualizado em 18/05/2019).
DIVE, 2019.

Casos de dengue

No período de 31/12/2018 a 18/05/2019, foram confirmados 710 casos de dengue no estado, dos quais 609 são autóctones, ou seja, 85,77% das transmissões da doença ocorreu dentro do território catarinense. Dos autóctones, os municípios com maior número de casos são: Itapema (297), Camboriú (106), Porto Belo (45), Cunha Porã (30) e Itajaí (16). Em Florianópolis foram 9 casos autóctones confirmados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é  o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros. 

Fonte:
DIVE, Boletim Epidemiológico nº15/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/878-boletim-epidemiologico-n-15-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-18-05-2019-se-20-2019> Acesso em 28/05/2019

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 19/2019)

20/05/2019 09:28

Número de focos

Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 30 de dezembro de 2018 até 11 de maio de 2019, foram registrados 16.558 focos de Aedes aegypti¹, em 178 municípios catarinenses, o que já ultrapassa o total de focos registrados durante todo o ano de 2018 (16.006)². Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região oeste e alguns municípios do litoral (Figura 1).

semana 19

Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica (atualizado em 11/05/2019).
DIVE, 2019.

Casos de dengue

No período de 31/12/2018 a 11/05/2019, foram confirmados 573 casos de dengue no estado, dos quais 485 são autóctones, ou seja, a maioria das transmissões da doença ocorreu dentro do território catarinense. Dos autóctones, os municípios com maior número de casos são: Itapema (185), Camboriú (105), Porto Belo (45) e Cunha Porã (30). Em Florianópolis foram 9 casos autóctones confirmados.¹

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é  o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Fontes:
¹DIVE, Boletim Epidemiológico nº14/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/873-boletim-epidemiologico-n-14-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-11-05-2019-se-19-2019> Acesso em: 20/05/2019.
²DIVE, Programa de Controle de Dengue – Focos 2018. Disponível em <http://vigilantos3.dive.sc.gov.br/vigilantos3/dengue_relatorio_programa/dengue_relatorio.pdf?ano=2018&type=pdf> Acesso em: 20/05/2019.

 

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Comissão de Combate à Dengue da UFSC se reúne com a Prefeitura Municipal de Florianópolis para discutir ações de combate ao mosquito

06/05/2019 09:14

Na manhã de terça-feira (30/04), a Comissão de Combate à Dengue se reuniu para discutir estratégias de combate ao Aedes aegypti na UFSC. Nesta reunião também estavam presentes os servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis: André Grippa (gerente do Centro de Controle de Zoonoses – CCZ) Priscilla Tamioso e Claudemir Martins (supervisores de campo no combate à dengue), os quais relataram a situação de focos no entorno e dentro da Universidade.

 

WhatsApp Image 2019-05-02 at 12.10.52
Comissão de Combate à Dengue UFSC reunida com servidores da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

 

Segundo dados disponibilizados pelo CCZ, foram encontrados focos de Aedes aegypti nos bairros próximos à UFSC, mais especificamente nos bairros Córrego Grande e Pantanal, o que pode influenciar no aparecimento de focos dentro das dependências da Universidade.

Os servidores relataram um aumento de 60% no número de focos em Florianópolis no ano de 2019 em relação ao mesmo período de 2018. Ainda em relação aos focos, a equipe do CCZ informou que são encontrados principalmente em armadilhas, pequenos depósitos móveis e lixo mal alocado.

Além disso, foi discutido sobre a dificuldade no controle do mosquito, principalmente com relação à conscientização da população, que tem papel fundamental na eliminação dos focos, visto que a equipe de agentes de combate a endemias do município conta, atualmente, com 55 agentes, um número muito reduzido frente a grande e crescente urbanização de Florianópolis.

Por fim, foram salientadas as estratégias de combate ao mosquito na área do Córrego Grande, sendo a conscientização da disposição adequada dos resíduos a mais importante.

Escrito por: Carolina Poluceno Silva e Allisson Jhonatan Gomes Castro

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 14/2019)

22/04/2019 09:56

Número de focos

Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 1º de janeiro de 2019 até 22 de abril de 2019, foram registrados 12.507 focos de Aedes aegypti¹, em 167 municípios catarinenses, um aumento de aproximadamente 25% em relação ao mesmo período no ano passado. Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região oeste e alguns municípios do litoral (Figura 1).²,³

sc semana 14

Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica (atualizado em 06/04/2019).
DIVE, 2019.

 

Casos de dengue

No período de 31/12/2018 a 06/04/2019, foram confirmados 185 casos de dengue no estado, dos quais 143 são autóctones, ou seja, a maioria das transmissões da doença ocorreu dentro do território catarinense. Dos autóctones, os municípios com maior número de casos são: Itapema (44), Camboriú (32), Cunha Porã (20) e Porto Belo (10). Em Florianópolis foram 8 casos autóctones confirmados.²

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é  o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Fontes: 
¹DIVE, Programa de Controle de Dengue – Focos 2019. Disponível em <http://vigilantos3.dive.sc.gov.br/vigilantos3/dengue_relatorio_programa/dengue_relatorio.pdf?ano=2019&type=pdf> Acesso em: 22/04/2019.
²DIVE, Boletim Epidemiológico nº10/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/852-boletim-epidemiologico-n-10-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-06-04-2019-se-14-2019> Acesso em: 22/04/2019.
³DIVE, Programa de Controle de Dengue – Focos 2018. Disponível em <http://vigilantos3.dive.sc.gov.br/vigilantos3/dengue_relatorio_programa/dengue_relatorio.pdf?ano=2018&type=pdf> Acesso em: 22/04/2019.

 

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

UFSC utiliza drone para buscar possíveis criadouros de Aedes aegypti

17/04/2019 11:38

Na manhã desta quarta-feira (17/04), a Comissão de Combate à Dengue da UFSC em conjunto com a equipe da Secretaria de Segurança Institucional (SSI), realizou uma ação de busca a criadouros do mosquito Aedes aegypti. Para tal, foi utilizado um drone, que sobrevoou as instalações da UFSC na região do Córrego Grande.

 

foto site

Comissão de Combate à Dengue e Seguranças do SSI preparando-se para a vistoria aérea (A) e drone em ação, buscando pontos de acúmulo de água (B).

 

imagens drone (1)       imagens drone (2)

Vista aérea do drone (imagens disponibilizadas pela SSI).

 

Durante as buscas, não foram encontrados pontos de acúmulo de água no alto das edificações. Mesmo assim, a Comissão, que conta com o apoio de outros setores e de toda a população universitária, continua trabalhando para combater o vetor de doenças como a zika, dengue, chikungunya e febre amarela na UFSC.

É importante lembrar que cabe a todos nós combater o mosquito e a única forma de evitar a transmissão dessas doenças é agindo. Portanto, vamos juntos eliminar o Aedes aegypti da nossa Universidade!

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 13/2019)

08/04/2019 09:17

Número de focos

Segundo boletim epidemiológico publicado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 30 de dezembro de 2018 até 30 de março de 2019, foram registrados 10.899 focos de Aedes aegypti em 165 municípios catarinenses, um aumento de 56,7% no número de focos comparado ao mesmo período no ano passado, que registrou 6.954 focos em 133 municípios.¹

Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região oeste e alguns municípios do litoral (Figura 1).¹


Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica (DIVE, 2019).

Casos de dengue

Nesse mesmo período, foram confirmados 121 casos de dengue no estado, dos quais 79 são autóctones, ou seja, a transmissão da doença ocorreu dentro do território catarinense. Dos autóctones, 8 casos tem como provável local de infecção o município de Florianópolis

Febre amarela

Segundo a DIVE, houve um caso confirmado de febre amarela autóctone, que evoluiu para óbito, no município de Joinville.² Além disso, foi confirmado o primeiro macaco morto por febre amarela em Santa Catarina, no município de Garuva.³

Atenção! Vale ressaltar que O MACACO NÃO TRANSMITE A DOENÇA. Eles, assim como os humanos, são vítimas e a morte desses animais indica a circulação do vírus na região.

Fique ligado! A DIVE alerta para que na presença de sinais de alarme para alguma dessas doenças, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde.

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Referências: 

¹DIVE, Boletim Epidemiológico nº07/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/848-boletim-epidemiologico-n-09-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-30-03-2019-se-13-2019> Acesso em: 08/04/2019.
²DIVE, Boletim Epidemiológico da Febre Amarela n° 05/2019 – 28 de março 2019 Período de monitoramento (julho/2018 a junho/2019). Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/844-boletim-epidemiologico-da-febre-amarela-n-05-2019-28-de-marco-2019-periodo-de-monitoramento-julho-2018-a-junho-2019> Acesso em: 08/04/2019.
³DIVE, Confirmado primeiro macaco morto por febre amarela em SC. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/847-confirmado-primeiro-macaco-morto-por-febre-amarela-em-sc> Acesso em: 08/04/2019.

 

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 11/2019)

25/03/2019 08:39

Número de focos

Segundo boletim epidemiológico publicado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 30 de dezembro de 2018 até 16 de março de 2019, foram registrados 9.496 focos de Aedes aegypti, um aumento de quase 50% desde o último boletim de fevereiro, em 155 municípios catarinenses. De acordo com o órgão, durante o mesmo período do ano anterior, foram registrados 5.709 focos em 123 municípios, caracterizando um aumento de 65,9% do número de focos em 2019. Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região oeste e alguns municípios do litoral (Figura 1).

sc semana 11

Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica
DIVE, 2019.

Casos de dengue

Nesse mesmo período, foram confirmados 51 casos de dengue no estado, dos quais 28 são autóctones, ou seja, a transmissão da doença ocorreu dentro do território catarinense. Dos autóctones, 7 casos tem como provável local de infecção o município de Florianópolis.

Fique ligado! A DIVE alerta para que na presença de sinais de alarme para alguma dessas doenças, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde.

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Fonte: DIVE, Boletim Epidemiológico nº07/2019. Disponível em: <http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/836-boletim-epidemiologico-n-07-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-16-03-2019-se-11-2019> Acesso em: 25/03/2019.

 

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 8/2019)

12/03/2019 14:02

– Número de focos

Segundo boletim epidemiológico publicado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), de 30 de dezembro de 2018 até 23 de fevereiro de 2019, foram registrados 5.947 focos de Aedes aegypti em 142 municípios catarinenses.

De acordo com o órgão, durante o mesmo período do ano anterior, foram registrados 3.578 focos em 111 municípios, caracterizando um aumento de 66,2% do número de focos em 2019.

Os municípios com maior infestação do mosquito estão localizados na região do oeste catarinense, mas há um alerta para as demais regiões (Figura 1).

 

aedes

Figura 1 – Municípios de Santa Catarina segundo situação Epidemiológica

DIVE, 2019.

– Casos de dengue, chikungunya e zika

Nesse mesmo período, foram confirmados 17 casos de dengue no estado, dos quais 9 são autóctones, ou seja, foram contraídos dentro do território catarinense. Dos autóctones, 6 casos tem como provável local de infecção o município de Florianópolis.

Ainda neste período, foi confirmado apenas um caso de febre chikungunya importado (ou seja, contraído fora do estado) e nenhum caso confirmado de zika vírus.

Fique ligado! A DIVE alerta para que na presença de sinais de alarme para alguma dessas doenças, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde.

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Fonte: DIVE, Boletim Epidemiológico nº05/2019. Disponível em: < http://www.dive.sc.gov.br/index.php/2-sem-categoria/828-boletim-epidemiologico-n-05-2019-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-23-02-2019-se-08-2019> Acesso em: 12/03/2019.

Escrito por: Carolina Poluceno Silva

Semana nacional de combate à dengue

03/12/2018 11:53

Entre os dias 26 à 30 de novembro foi promovida a semana nacional de combate à dengue, e a UFSC em parceria com o Centro de Zoonoses da Prefeitura de Florianópolis (CCZ), promoveu dois dias de combate e conscientização no campus trindade.

Focados em alertar quanto aos perigos do Aedes, principalmente no período de verão, época crítica para doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, foram instaladas plaquinhas descontraídas em todo o campus chamando a atenção de alunos e servidores para a problemática do Aedes aegypti, um grande banner no centro de eventos da UFSC e stand com agentes do CCZ em frente a reitoria I.

Segundo o boletim epidemiológico de santa Catarina mais recente divulgado pela vigilância epidemiológica, “até o dia 17 de novembro de 2018, foram registrados 14.014 focos de Aedes aegypti, representando um aumento de 38.6% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses focos estão concentrados em 159 municípios, dos quais 75 são considerados infestados” o que “aponta para um risco iminente de transmissão dessas doenças no estado, especialmente com a chegada do calor e do período de chuvas”. Mais informações aqui.

Aqueles que passaram em frente a Reitoria I conheceram pessoalmente o ‘mosquitão’ Aedes, no stand do CCZ/ PMF e aprenderam a como ficar atento aos possíveis focos do mosquito, identificar a larva e mosquito bem  como dos riscos oferecidos pelas doenças transmitidas por ele. Ainda, os agentes de controle de endemias do Centro de Zoonoses fez uma ampla vistoria no campus em busca de possíveis focos.

Iniciativa da Gestão Ambiental, a atividade inicia a campanha anual de combate ao mosquito, chamada de “#UFSCcontraoAedes”. Caso você veja algum material que possa acumular água, jogue o objeto no lixo ou comunique a Comissão de Combate à Dengue na UFSC. O combate é urgente, pois em 15 dias os ovos já se tornam mosquitos adultos.

           Ações:

  1. Stand de conscientização (mais fotos aqui):

      

2. Empena e minidoors instalados no campus:

3. Plaquinhas:

   

4. Vistorias de agentes endemias do centro de zoonoses na UFSC:

Contatos:

Comissão de Combate à Dengue UFSC:

  • evitedengue@contato.ufsc.br

UFSCsustentaveloficial (Facebook)

(48) 3721-4202

@UFSCsustentavel (Instagram)

Centro de Zoonoses de Florianópolis: (48) 3338-9004

 

Organização:   

Patrocínio: