Entre os dias 16 e 20 de novembro ocorrerá a semana estadual de combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti, e a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC e Comissão de Combate à dengue vem efetuando ações de conscientização com o intuito chamar a atenção da comunidade acadêmica para as doenças transmitidas pelo mosquito: Dengue, Zika e Chikungunya, tais como vistorias, divulgação de material educacional e orientações internas entre servidores e terceirizados.
Como medidas para se evitar focos do mosquito da dengue, indicamos:
– eliminar os pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
– não manter jarros de plantas só com água;
– coibir e mitigar o uso inadequado de objetos como pneus, pratos de plantas, caixas d’água e tampas em áreas descobertas;
– ao observar resíduos alocados inadequadamente (mesmo que fora do seu centro ou local de trabalho), solicitar a remoção à empresa responsável;
– jogar os resíduos como copos, garrafas, pratos e outros em lixeiras;
– evitar acumular entulho;
– mantenha lixeiras tampadas e solicite que sejam efetuados furos na parte inferior;
– mantenha as caixas d’água e reservatórios bem fechados e com telas mosquiteiro ou capa protetora;
– solicite a remoção de bromélias de uso ornamental;
– lave bem, esfregando com escova, as paredes dos potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana; e
– comunique alguma situação irregular na UFSC ao evitedengue@contato.ufsc.br.

Até o dia 16 de novembro, em Santa Catarina já são 52.208 focos confirmados do mosquito, representado um aumento de 65,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O combate ao mosquito Aedes aegypti é de responsabilidade de todos e a eliminação e controle dos criadouros é a medida mais efetiva para o combate ao mosquito da dengue.
Aedes aegypti
O mosquito pode ser reconhecido pela sua coloração marrom ou escura associada à faixa branca curva no tórax e listras brancas nas patas, hábito de voo baixo e atividade em períodos de início da manhã e fim do dia.
Como criadouros preferidos para o mosquito destacam-se os objetos artificiais comuns nas áreas urbanas como pneus, copos, pratos, latas, garrafas, pratos dos vasos de plantas, caixas d’água descobertas, calhas e lajes, piscinas, vasos sanitários sem uso e bebedouros de animais, todos contendo água.
A fêmea do mosquito pode depositar até cem ovos por vez nas paredes internas desses objetos. Após contato com a água, são necessários apenas de 7 a 15 dias para eclodirem à larvas e mosquitos adultos. Os ovos não eclodidos possuem potencialidade para isso por cerca de um ano e seis meses em ambiente seco, bastando contato breve umidade para que as larvas apareçam. 
Fonte: Adaptado de https://www.ecologiaesaude.com/ciclo-de-vida-do-mosquito
Combate na UFSC
Para maiores informações ou comunicar alguma situação irregular na UFSC, entrar em contato através do canal evitedengue@contato.ufsc.br, acessar o site www.evitedengue.ufsc.br e/ou baixe o Manual e Cartilha de Prevenção e Combate ao Aedes aegypti na UFSC no link https://evitedengue.ufsc.br/2021/09/28/manual-e-cartilha-de-prevencao-e-combate-ao-aedes-aegypti-na-ufsc/
A eliminação e controle dos criadouros é a medida mais efetiva para o combate ao mosquito da dengue.