Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

12/04/2022 16:04

No dia 11 de abril, a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo baseado em dados publicados no boletim epidemiológico, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), sobre o Aedes aegypti.

O informativo relata que 125 municípios em Santa Catarina estão infestados pelo mosquito e 21 municípios se encontram em EPIDEMIA DE DENGUE.

No município de Florianópolis, foram confirmados 288 casos de dengue desde o início do ano. Destes casos, apenas 13 são importados, significando que a maioria é infecção dentro do próprio município.  Também foram notificados 17 óbitos em decorrência da dengue, sendo 08 destes casos confirmados e 09 ainda em investigação.

Atualmente, Florianópolis segue em primeiro lugar no número de focos no estado de Santa Catarina, contabilizando um total de 3.177 focos do mosquito. É seguida pelos municípios de Joinville (com 2.749 focos), São José (com 1.943 focos), Blumenau (com 1.215 focos) e Navegantes (com 1.102 focos).

No momento, aproximadamente 73% dos bairros do município de Florianópolis estão com focos do mosquito Aedes aegypti. Vários bairros já registraram casos de dengue, sendo o bairro Itacorubi o mais afetado, com 137 casos confirmados, seguido pela Agronômica, o Córrego Grande, a Trindade, os Ingleses e mais.

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  • Córrego Grande (231);
  • Canasvieiras (203);
  • Cachoeira do Bom Jesus (190).

Outros bairros estão listados no informativo, junto do número de focos encontrados em cada um.

Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também do chikungunya, da febre amarela e do zika.

O informativo semanal pode ser encontrado na página de Cartilhas, aqui no site Evite Dengue UFSC.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 12/2022)

07/04/2022 11:18

Número de focos

No dia  26 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 26 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 23.253 focos em 209 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 24.512 focos em 200 municípios, houve uma diminuição de 5,1% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 12/2022, são 124 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 26 de março de 2022, foram notificados 14.937 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 5.478 (37%) foram confirmados, dos quais 4.156 são autóctones, 60 casos são importados, 1.202 casos estão em investigação do local provável de infecção e 60 estão indeterminados.

Além disso, até o momento foram notificados 10 óbitos em decorrência da doença – 04 destes confirmados e 06 em investigação.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº08/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Boletim07-dengue-chikungunya-e-zika-25-03-2022.pdf> Acesso em 07/04/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 11/2022)

31/03/2022 14:11

Número de focos

No dia  12 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 19 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 20.940 focos em 204 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 22.954 focos em 194 municípios, houve uma diminuição de 8,8% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 11/2022, são 120 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 19 de março de 2022, foram notificados 8.968 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 2.657 (30%) foram confirmados, dos quais 2.122 são autóctones, 50 casos são importados, 456 casos estão em investigação do local provável de infecção e 29 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº07/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Boletim07-dengue-chikungunya-e-zika-25-03-2022.pdf> Acesso em 31/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 10/2022)

24/03/2022 19:04

Número de focos

No dia  12 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 12 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 18.023 focos em 196 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 21.447 focos em 188 municípios, houve uma diminuição de 16% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 10/2022, são 119 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 12 de março de 2022, foram notificados 5.129 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 1.295 (25%) foram confirmados, dos quais 1.058 são autóctones, 44 casos são importados, 182 casos estão em investigação do local provável de infecção e 11 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº06/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/BoletimDengue06-18-03-22.pdf> Acesso em 24/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 09/2022)

16/03/2022 07:00

Número de focos

No dia  05 de março de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 05 de março de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 15.159 focos em 190 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 19.246 focos em 185 municípios, houve uma diminuição de 21,2% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 09/2022, são 119 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 05 de março de 2022, foram notificados 3.231 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 518 (16%) foram confirmados, dos quais 414 são autóctones, 38 casos são importados, 62 casos estão em investigação do local provável de infecção e 04 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº05/2022. Disponível em: <https://www.dive.sc.gov.br/phocadownload/doencas-agravos/Dengue/Boletins/Dengue5-2022.pdf> Acesso em 14/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Combate ao Aedes aegypti no ambiente de trabalho:

10/03/2022 18:50

Para evitar a proliferação do Aedes aegypti, alguns esforços individuais são fundamentais. Algumas das ações que podem ser feitas por você são:

1. Areia nos pratos de vasos de planta: Colocar terra nos pratos de vasos é uma maneira de evitar que haja o acúmulo de água neste recipiente. Seja pela chuva ou seja pela própria água usada para regar o vaso, a água fica ali parada e se torna o ambiente perfeito para que a fêmea do mosquito deposite seus ovos e posteriormente para o desenvolvimento das larvas. Nos ambientes de trabalho é comum haver pequenos vasos de plantas, que costumam ser regados nas sextas-feiras para que tenham água no final de semana. A terra no prato absorve a água em excesso e ajuda a evitar água parada.

2. Deixar recipientes de cabeça para baixo: Recipientes propensos a acumular água, como baldes, vasos, garrafas e copos devem ser deixados de cabeça para baixo quando em ambientes abertos. Dessa maneira, não irão acumular água quando chover.

3. Limpar a bandeja do dispenser de água: Objetos como filtros de água, bebedouros de bomba/galão e geladeiras com dispenser costumam ter uma bandeja que armazena a água sobressaltante. Essa água, se não for dispensada, se torna um convite para o Aedes aegypti. Para evitar essa água parada, a bandeja deve ser limpa e higienizada com sabão neutro frequentemente.

4. Manter a caixa d’água fechada: A caixa d’água de prédios e casas é um reservatório de água parada também. Por isso, é importante mantê-la fechada e a limpeza deve ser feita regularmente (a cada três meses), com produtos específicos para eliminar ovos do mosquito que possam ter sido postos.

5. Denunciar as situações observadas através do email: evitedengue@contato.ufsc.br

Situação epidemiológica da dengue em Florianópolis

03/03/2022 16:09

No dia 02 de março, a Prefeitura de Florianópolis divulgou um informativo baseado em dados publicados no boletim epidemiológico, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), sobre o Aedes aegypti.

Foi relatado a existência de 19 casos de dengue no município, e 01 caso de febre chikungunya.

O informativo traz também que no ano de 2021, foram confirmados 242 casos de dengue, e o ano terminou com mais de 7.000 focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Esse foi o maior número já registrado no município de Florianópolis.

Atualmente, Florianópolis se encontra em primeiro lugar no número de focos dentro do estado de Santa Catarina (1692 focos). A cidade é seguida pelos municípios de Joinville (com 1635 focos), São José (com 1152), Navegantes (com 516) e Palhoça (com 514).

Os bairros com maior número de focos do Aedes aegypti no município foram:

  •  Córrego Grande (194 focos);
  •  Cachoeira do Bom Jesus (164 focos);
  •  Canasvieiras (124 focos) e
  • Santo Antônio de Lisboa (106).

Outros bairros estão listados, contendo também o número de focos encontrados.

O informativo semanal pode ser encontrado na página de Cartilhas, aqui no site Evite Dengue UFSC.

 

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

 

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 07/2022)

02/03/2022 21:41

Número de focos

No dia  12 de fevereiro de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 de janeiro a 19 de de fevereiro de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 11.375 focos em 179 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 14.915 focos em 170 municípios, houve uma diminuição de 23,7% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 07/2022, são 118 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 02 de janeiro a 19 de fevereiro de 2022, foram notificados 1.653 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 170 (10%) foram confirmados, dos quais 129 são autóctones, 28 casos são importados, 11 casos estão em investigação do local provável de infecção e 02 estão indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº04/2022. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/conteudos/boletim2021/dengue28/dengue28.pdf> Acesso em 02/03/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Atualização sobre o Aedes aegypti em Santa Catarina (Semana 06/2022)

23/02/2022 07:00

Número de focos

No dia  12 de fevereiro de 2022, A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulgou o levantamento realizado durante o período de 02 a 12 de fevereiro de 2022 sobre a situação da vigilância entomológica do mosquito Aedes aegypti.

Neste período, foram detectados 9.658 focos do mosquito em 177 municípios. Comparando ao mesmo período do ano anterior, quando foram identificados 12.240 focos em 164 municípios, houve uma diminuição de 21,1% do número de focos do mosquito detectados no estado.

Sobre a situação entomológica, até a SE nº 06/2022, são 118 municípios considerados infestados.

Casos de dengue

No período de 12 de fevereiro de 2022, foram notificados 1.335 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 92 (7%) foram confirmados, dos quais 62 são autóctones, 26 casos são importados, 01 caso está em investigação do local provável de infecção e 03 são indeterminados.

Fique ligado! O Aedes aegypti também é o transmissor da febre amarela! Vacine-se!

E lembre-se: evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti eliminando a água de locais que possam servir como criadouros.

Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br.

 

Fonte:
DIVE, Boletim epidemiológico nº03/2022. Disponível em: <http://dive.sc.gov.br/conteudos/boletim2021/dengue28/dengue28.pdf> Acesso em 23/02/2022.

Escrito e revisado por: Allisson J G Castro e Estela Carvalho S

Dengue na construção civil

18/02/2022 18:30

Os canteiros de obras em construções civis possuem diversos potenciais criadouros de larvas do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Facilmente pode-se pensar nos espaços e recipientes propícios para o acúmulo de água:

  • baldes, potes, carrinhos de mão, masseiras;
  • lajes, calhas, lonas, fundações, poços de elevador;
  • reservatórios de água;
  • itens descartáveis em geral (copos e garrafas, por exemplo).

Em períodos chuvosos, é necessário ter atenção para que haja um escoamento nos itens que acumulam água, além de cobrir os equipamentos de trabalho para evitar que a água acumule em primeiro lugar.

Para recipientes de água potável, é indicado que sejam cobertos, para que o mosquito não ponha os ovos. Onde há estocagem de água que não será ingerida, de: vem ser aplicadas medidas de cloro, para que as larvas do mosquito não sobrevivam.

Construção civil. (Imagem: CHUTTERSNAP em Unsplash)

Referências: Dengue, Zika e Febre Amarela, como a construção civil pode ajudar?