A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou um informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina.
>> Santa Catarina: Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 24.441 em 245 municípios.
Com relação aos casos de dengue, ocorreram 34.520 notificações. Desses, 9.822 foram considerados casos prováveis e 24.698 foram descartados. Na comparação com o mesmo período do ano 2024, observa-se uma diminuição de 89,9% no número de casos prováveis.
Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre chikungunya, da febre amarela e do Zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.
Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e a dengue, e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!
Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou um informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina.
>> Santa Catarina: Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 19.695 em 237 municípios.
Com relação aos casos de dengue, ocorreram 25.104 notificações. Destas, 7.124 foram considerados casos prováveis e 17.980 foram descartadas. Na comparação com o mesmo período do ano 2024, observa-se uma diminuição de 86,8% no número de casos prováveis.
Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre chikungunya, da febre amarela e do Zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.
Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e a dengue, e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!
Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) publicou um informe epidemiológico relativo ao panorama da dengue no Estado de Santa Catarina.
>> Santa Catarina: Neste boletim consta que o número de focos positivos para o mosquito é de 16.002 em 231 municípios.
Com relação aos casos de dengue, ocorreram 19.028 notificações. Desses, 5.523 foram considerados casos prováveis e, 13.505 foram descartados. Na comparação com o mesmo período do ano 2024, observa-se uma diminuição de 79,1% no número de casos prováveis.
Vale lembrar que o Aedes aegypti é transmissor não apenas do vírus da dengue, mas também da febre chikungunya, da febre amarela e do zika vírus. A proliferação da espécie está diretamente relacionada com a presença de água parada nos ambientes, pois estes locais servem como criadouros – local onde o mosquito deposita os ovos e estes se desenvolvem até se tornarem adultos, com fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue) e que podem transmitir as doenças, caso infectadas.
Fique ligado! Vacine-se contra a febre amarela e a dengue, e mantenha seu ambiente doméstico e de trabalho livres de água parada!
Mais informações podem ser encontradas no site http://evitedengue.ufsc.br/, ou através do e-mail evitedengue@contato.ufsc.br
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