UFSC contra o Aedes
  • Prefeitura Municipal identifica focos do mosquito da dengue no campus UFSC Trindade

    Publicado em 09/04/2018 às 16:47

    A Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, apresentou, durante reunião com a Comissão de Combate à Dengue na UFSC nesta terça-feira, 3 de abril, um panorama da atual situação dos focos do mosquito Aedes aegypti na região do campus da UFSC no bairro trindade em Florianópolis.

    Segundo o gerente de Controle de Zoonozes e Sinantrópicos da Diretoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, André Grippa, durante o ano de 2017 foram identificados focos do mosquito no campus Trindade em quatro ocasiões. Dentre as áreas mais problemáticas de possível foco de reprodução do mosquito, Grippa citou: calhas entupidas, construções e lixo.

    A reunião do representante da Prefeitura Municipal de Florianópolis com a Comissão foi solicitada para troca de informações e estratégias no combate ao mosquito. Desde 2015, a UFSC desenvolve, por meio da Comissão, uma série de ações de conscientização, capacitação e fiscalização de possíveis focos do Aedes aegypti.

    Exemplo de armadilha utilizada para monitorar o mosquito. Foto: Divulgação/PMF

    As quatro ocasiões em que foram encontrados focos do mosquito na UFSC, segundo Grippa, foram identificadas graças ao acompanhamento que o Centro de Controle de Zoonoses realiza com oito armadilhas presentes na UFSC. Trata-se de pontos de monitoramento da presença  do mosquito, as quais são inspecionadas a cada cinco dias, em toda a cidade.

    “Nossa preocupação aqui na UFSC são principalmente com as calhas de difícil acesso, que possam estar entupidas com folhas, por exemplo; as construções paradas ou em andamento que possam juntar água parada; e lixo deixado ao redor dos prédios”, ressalta Grippa.

    O gerente do Centro de Controle de Zoonoses ressalta que, apesar de não haver casos das doenças transmitidas pelo mosquito, a cidade de Florianópolis tem muitos focos e os insetos se reproduzem rapidamente. “Não quer dizer que esses mosquitos estão se reproduzindo aqui no campus, podem estar vindo dos bairros no entorno. Por isso a importância da conscientização”, salienta.

    Grippa relatou à Comissão da UFSC que na cidade há mais focos do mosquito na região do continente. Apesar de contar com apenas cerca de 50 agentes, a equipe do Centro fiscaliza as 1600 armadilhas existentes regularmente para monitorar sua presença e evitar que o mosquito se prolifere. “Coletamos as larvas e identificamos. Quando dá positivo para o Aedes aegypti, voltamos ao local e fazemos uma varredura para encontrar o foco gerador. Pode ser que o foco gerador esteja longe, pois o mosquito se desloca em um raio de até 300 metros, mas também pode ser transportado, em carros, ônibus, ou mesmo em elevadores”, explica.

    Ações na UFSC

    André Grippa fala das ações que a PMF realiza no combate ao Aedes aegypti. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

    A Comissão de Combate à Dengue na UFSC tirou dúvidas com o gestor municipal, sobre as ações que poderão ser desenvolvidas nos campi da Universidade para combater os possíveis focos. A Comissão tem, entre seus projetos, a intenção de promover uma nova capacitação com administradores de edifícios e incrementar a fiscalização, com o uso de drones e com mutirões de combate ao mosquito, inclusive com a possibilidade de aplicar larvicidas onde for encontrada água parada.

    Outra possibilidade é que a UFSC integre as Salas de Situação Municipal e Estadual de Combate ao Aedes aegypti, para aproximar a Universidade dos órgãos que fiscalizam e combatem o mosquito.

    Grippa sugeriu que a Universidade buscasse desenvolver uma ação conjunta que alie a conscientização e educação às ações efetivas de combate ao mosquito. “Estejam sensíveis à questão do mosquito, sem deixar que o assunto se perca. É um trabalho contínuo, de sensibilizar a comunidade sobre a importância de não deixar juntar a água parada. O problema é de todos, a responsabilidade é de todos. Passou sete dias, já tem um mosquito voando, por isso tem que ser feito um trabalho contínuo, ininterrupto, e as ações têm que acontecer em um prazo oportuno”, salientou.

    UFSC contra o Aedes

    A Comissão de Combate à Dengue e a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC (CGA), em parceria com a TV UFSC e a Agência de Comunicação da UFSC (Agecom) preparou um vídeo para a campanha “UFSC contra o Aedes”. A iniciativa faz parte dos esforços pela conscientização de todos para as ações de prevenção e combate ao mosquito.

    Além do vídeo, a Universidade instalou materiais informativos como minidoors e uma grande empena no Centro de Cultura e Eventos, e distribui regularmente panfletos que explicam como todos podem ajudar.

        

    Confira, abaixo, o vídeo produzido para a campanha, e compartilhe nas redes sociais com a hashtag #UFSCcontraoaedes.

    A UFSC contra o Aedes

    Em 2017 foram encontrados 4 focos do mosquito no campus Florianópolis. Ajude a combater o mosquito, essa batalha é de todos! 👊 #UFSCcontraoAedes

    Publicado por UFSC em Quinta-feira, 5 de abril de 2018

    Para denunciar possíveis focos, entre em contato:
    E-mail:
    Facebook: UFSC Sustentável
    Telefone: (48) 3721-6104

     

    Mayra Cajueiro Warren
    Jornalista da Agecom/UFSC

    Fonte: Notícias UFSC

     


  • UFSC entrevista: Aedes aegypti como comabatê-lo

    Publicado em 09/04/2018 às 16:30

    O UFSC Entrevista da última semana trouxe a entrevista com o professor Carlos José de Carvalho Pinto, do Departamento de Microbiologia do Centro de Ciências Biológicas da UFSC, abordando diversos aspectos sobre o Aedes aegypti e como combatê-lo. Confira abaixo:


  • Divulgação de campanha contra a Dengue

    Publicado em 29/03/2018 às 14:23

    Nos últimos 2 anos a Comissão de combate à Dengue vem desenvolvendo campanhas e projetos para o controle do Aedes aegypti dentro do campus universitário. O principal objetivo é conscientizar a comunidade acadêmica sobre as doenças transmitidas e orientar sobre como proceder ao encontrar um possível foco de criadouro do mosquito. Confira alguns vídeos de divulgação da campanha.


  • Mitos e verdades sobre a Dengue

    Publicado em 27/03/2018 às 17:00

    Para sanar eventuais dúvidas que possam surgir sobre o Aedes aegypti e a Dengue, resolvemos criar um texto sobre mitos e verdades, esclarecendo algumas questões que se referem à doença! Confira abaixo.

            

      

    A PREVENÇÃO É A MELHOR MANEIRA PARA CONTROLAR A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO E A RESPONSABILIDADE É DE TODOS NÓS! 


  • Telejornal UFSC aborda o assunto da Dengue

    Publicado em 20/03/2018 às 13:37

    No telejornal (TJ) da UFSC divulgado na primeira semana do mês de março, foi mostrado como a universidade está lidando com o combate ao mosquito Aedes aegypti.

    Confira abaixo:


  • Campanha de prevenção à Dengue

    Publicado em 20/03/2018 às 09:23

    Em virtude das notificações por parte da Vigilância Sanitária do Município de Florianópolis sobre a descoberta de focos do mosquito Aedes aegypti nas redondezas do campus Trindade da UFSC e a proximidade do verão, o que aumenta a probabilidade de desenvolvimento do mosquito,  a Universidade lança a “Campanha de prevenção e controle da Dengue nos Campi da UFSC”. Ressalta-se que o Aedes aegypti também é o transmissor dos vírus causadores da febre Chikungunya e da febre Zika o que reforça a necessidade de medidas preventivas. A melhor forma de erradicar a doença é eliminando a água parada limpa ou suja, são nesses locais que as larvas do mosquito desenvolvem-se.

    Caso você encontre algum local na UFSC propício ao desenvolvimento do mosquito informe pelo e-mail: evitedengue@contato.ufsc.br.  Para locais externos à UFSC comunicar pelo e-mail dvs@saude.sc.gov.br, no município de Florianópolis a ocorrência deve ser comunicada também a ouvidoria municipal pelos telefones: (48) 3239-1537 ou 3239-1569.

    Medidas preventivas podem ser acessadas nos no site da Fundação Oswaldo Cruz e no site da Vigilância Sanitária de Santa Catarina.

    Aedes aegypti só será eliminado com a ajuda de todos, colabore! Mais informações sobre a campanha, a doença, medidas de prevenção e o plano de ação da Universidade no combate à doença podem ser consultadas  no Plano de Prevenção e Controle da Dengue.

    Solicitamos aos gestores que os cartazes da campanha, na medida do possível, sejam distribuídos em locais estratégicos no Campus e divulgados nos sites dos setores e nas redes sociais.
    Confira os cartazes e divulgue-os:

       

       

        


  • Febre Amarela

    Publicado em 20/03/2018 às 09:15

    O que é a Febre Amarela?

    A febre amarela (FA) é uma doença infecciosa viral grave. Seu nome vem dos sintomas característicos em casos graves (febre alta e cor amarelada dos olhos e pele, atribuído à icterícia) e os mosquitos infectados com o vírus são os transmissores. A ocorrência da febre amarela tem maiores chances no período de dezembro a maio, devido à associação de temperaturas altas com chuva frequente, o que favorece a reprodução e proliferação dos mosquitos vetores.

     

    Existem tipos de Febre amarela?

    A febre amarela possui dois ciclos de transmissão com hospedeiros diferentes. No ciclo considerado silvestre, devido à ocorrência unicamente em área rural, regiões perto de rios ou em florestas, os macacos são os principais hospedeiros e vítimas, sendo os vetores mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes infectados.

    No ciclo urbano o homem é o hospedeiro, sendo o vetor mosquitos de hábitos urbano infectados, predominantemente o Aedes aegypti. Sendo ele também transmissor das doenças virais Zika, Chikungunya e Dengue.

    A febre amarela urbana não acontece no Brasil desde 1947, contudo se um mosquito Aedes Aegypti picar uma pessoa contaminada, este passa a ser transmissor e há o risco de epidemia nos centros urbanos. Portanto, ressalta-se a necessidade de eliminar os locais propícios a reprodução do mosquito.

    É importante salientar que não ocorre transmissão direta homem-homem ou macaco-homem, ou seja, macacos não transmitem febre amarela para o homem. A transmissão viral ocorre exclusivamente por mosquitos transmissores infectados.

    Alguns primatas da mata atlântica são considerados animais sentinela da febre amarela, uma vez que em geral são os primeiros infectados por esta doença, sinalizando a presença do vírus, o que facilita a tomada de medidas preventivas de forma rápida pelas autoridades. a perseguição, caça e morte de espécies da fauna silvestre é considerada crime, além de não ser uma medida de combate ao vírus.

     

    Como prevenir?

    Os principais mecanismos de prevenção e controle da doença urbana são a vacinação e evitar a proliferação do mosquito Aedes, evitando-se água parada. As ocorrências do ciclo silvestre, por ser uma zoonose, possuem erradicação pouco provável, o que reforça a importância da vacinação dos residentes e visitantes de áreas com risco.

     

    Posso tomar a vacina? Ela está disponível no meu município?

    A vacina contra a FA é disponibilizada pelo SUS, sendo a vacinação rotineira em municípios com recomendação (ACRV), determinadas pelo Ministério da Saúde e podem ser conferidas no seguinte link: http://dados.gov.br/dataset/febre_amarela_acrv.

    Antes de se vacinar, é importante observar as contraindicações para a vacinação.