UFSC contra o Aedes
  • Semana nacional de combate à dengue

    Publicado em 03/12/2018 às 11:53

    Entre os dias 26 à 30 de novembro foi promovida a semana nacional de combate à dengue, e a UFSC em parceria com o Centro de Zoonoses da Prefeitura de Florianópolis (CCZ), promoveu dois dias de combate e conscientização no campus trindade.

    Focados em alertar quanto aos perigos do Aedes, principalmente no período de verão, época crítica para doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, foram instaladas plaquinhas descontraídas em todo o campus chamando a atenção de alunos e servidores para a problemática do Aedes aegypti, um grande banner no centro de eventos da UFSC e stand com agentes do CCZ em frente a reitoria I.

    Segundo o boletim epidemiológico de santa Catarina mais recente divulgado pela vigilância epidemiológica, “até o dia 17 de novembro de 2018, foram registrados 14.014 focos de Aedes aegypti, representando um aumento de 38.6% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses focos estão concentrados em 159 municípios, dos quais 75 são considerados infestados” o que “aponta para um risco iminente de transmissão dessas doenças no estado, especialmente com a chegada do calor e do período de chuvas”. Mais informações aqui.

    Aqueles que passaram em frente a Reitoria I conheceram pessoalmente o ‘mosquitão’ Aedes, no stand do CCZ/ PMF e aprenderam a como ficar atento aos possíveis focos do mosquito, identificar a larva e mosquito bem  como dos riscos oferecidos pelas doenças transmitidas por ele. Ainda, os agentes de controle de endemias do Centro de Zoonoses fez uma ampla vistoria no campus em busca de possíveis focos.

    Iniciativa da Gestão Ambiental, a atividade inicia a campanha anual de combate ao mosquito, chamada de “#UFSCcontraoAedes”. Caso você veja algum material que possa acumular água, jogue o objeto no lixo ou comunique a Comissão de Combate à Dengue na UFSC. O combate é urgente, pois em 15 dias os ovos já se tornam mosquitos adultos.

               Ações:

    1. Stand de conscientização (mais fotos aqui):

          

    2. Empena e minidoors instalados no campus:

    3. Plaquinhas:

       

    4. Vistorias de agentes endemias do centro de zoonoses na UFSC:

    Contatos:

    Comissão de Combate à Dengue UFSC:

    • evitedengue@contato.ufsc.br

    UFSCsustentaveloficial (Facebook)

    (48) 3721-4202

    @UFSCsustentavel (Instagram)

    Centro de Zoonoses de Florianópolis: (48) 3338-9004

     

    Organização:   

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  • A UFSC promove ações na semana estadual de combate ao Aedes aegypti e no ‘dia D’ contra a dengue

    Publicado em 23/11/2018 às 11:50

    Nos dias 28 e 30 de novembro, a UFSC em parceria com o Centro de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Florianópolis, promoverá ações de conscientização para o combate ao Aedes aegypti. Estas ações são vinculadas a semana estadual e ao ‘dia D’ de combate ao Aedes.

    Será instalada na praça da cidadania (em frente a Reitoria I) tenda com microscópio para observação dos estágios de desenvolvimento do mosquito, Agentes de Combate a Endemias da CCZ/ PMF também estarão no local panfletando e tirando dúvidas sobre a biologia e combate ao Aedes aegypti.

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC colocará placas no campus chamando a atenção quanto ao combate ao mosquito. Já foram instalados três banners no campus informando os canais de denuncia quando observados possíveis focos dentro da UFSC. Ainda, nos próximos dias será lançada cartilha voltada para os alunos com informações de como combate o Aedes aegypti no campus.

     

    O Aedes aegypti

    Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue, febre zika, chikungunya e da febre amarela urbana. Ele é preto comResultado de imagem para aedes aegypti listras brancas e no dorso possui listas curvadas em formato de lira, possui voo baixo (máximo 2 metros) e possui maior atividade nos períodos de inicio da manhã e fim da tarde.

    A fêmea, por necessitar de sangue para a viabilidade dos ovos, diferentemente dos machos, picam o homem. Cada fêmea pode depositar mais de 100 ovos por vez.

    Devido às paredes rugosas serem mais adequadas para a fixação dos ovos, o mosquito prefere estruturas artificiais para efetuar a oviposição, tais como recipientes plásticos (garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos de vasos de plantas), vidros, latas e resíduos em geral que possam armazenar água parada. Entre 5 e 15 dias as larvas se desenvolvem à mosquitos adultos, o que mostra a importância do combate aos focos.

    Combatendo ao Aedes

    O Aedes aegypti só será eliminado com a ajuda de todos, colabore! O combate tem que ser feito todos os dias do anoResultado de imagem para focos aedes aegypti, mas enfatizamos a grande importância da intensificação dos esforços durante o verão, período em que se aumenta a probabilidade de desenvolvimento do mosquito.

    A melhor forma de erradicar a doença é eliminando a água parada, limpa ou suja, são nesses locais que as larvas do mosquito desenvolvem-se.

     

    #eviteoaedes

    Caso você encontre algum local na UFSC propício ao desenvolvimento do mosquito, informe pelo e-mail: evitedengue@contato.ufsc.br.

    O cartazes da campanha e medidas preventivas podem ser acessadas nos no site evitedengue.ufsc.br, na página da Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC, da Fundação Oswaldo Cruz e no site da Vigilância Sanitária de Santa Catarina.

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  • Ação de educação ambiental nos setores da UFSC no Córrego Grande

    Publicado em 28/06/2018 às 16:52

    Durante o dia 26 de junho de 2018 a Coordenadoria de Gestão Ambiental (CGA) e Comissão de Combate à Dengue na UFSC realizaram atividades de educação ambiental em diversos setores da UFSC, em especial nos prédios localizados no bairro Córrego Grande. Estavam presentes Allisson Castro, Bianca Bennemann, Bruna Raupp e Demétrio Gomes. A escolha desta área se deu pelas recentes ocorrências de focos de Aedes aegypti e diversas outras situações caracterizadas como potenciais focos, como lixo em áreas externas, lonas expostas acumulando água, calhas com necessidade de manutenção, pneus jogados, obras e acúmulos de água parada no solo.

    Foram visitados os seguintes setores: DMPI, manutenção de ar-condicionado, vidraçaria, almoxarifado e almoxarifado central, carpintaria, Biotério Central, manutenção elétrica, Hidráulica e a obra do CCB.

    O principal objetivo da atividade foi apresentar aos servidores e terceirizados da Universidade o que é a dengue, sintomas e quais as situações mais comuns na UFSC que podem ser caracterizados como potenciais focos. Também foi discutido como todos podem agir para se evitar o problema (recolhendo os resíduos que podem acumular água ou não jogando lixo fora das lixeiras). Outras vias são: entrando em contato com a Coordenadoria de Gestão Ambiental (3721-4202) ou setores relacionados com a limpeza de áreas externas, ou ainda denunciando pelo e-mail evitedengue@contato.ufsc.br. Por fim  foi realizada uma atividade em que se mostrou aos participantes algumas fotos capturadas no próprio local, perguntando-os qual delas consideravam como foco do A. aegypti e foram distribuídos diversos cartazes pelos prédios e entregues cartilhas para os participantes.

    Positivamente, durante a visita foi relatado por vários setores suas ações no combate ao mosquito, como no Biotério Central, onde há limpeza diária dos bebedouros dos animais e a observação regular se há acúmulo de água em seu setor. Contudo, os relatos de problemas também se mostraram presentes na forma de calhas entupidas, amassadas e com vazamentos, presença de resíduos como copos plásticos, garrafas, lonas, entulhos e carros sem uso e expostos nas redondezas, bem como o acúmulo de água em poças d’água que permanecem por semanas. A Comissão de combate à dengue na UFSC coletou estas informações e direcionou aos setores responsáveis para sua mitigação.

    É importante que todos tenham conhecimento sobre os problemas relacionados à dengue e como podem agir para evitar os focos e a proliferação do mosquito dentro da Universidade.

    Florianópolis, 28 de Junho de 2018


  • UFSC testa uso de drone para vigilância e monitoramento contra possíveis focos de dengue na universidade

    Publicado em 21/06/2018 às 14:07

    Na manhã do dia 21/06, membros da Comissão de Combate à Dengue da UFSC testaram um novo modo de vistoria de águas paradas na cobertura de prédios da universidade com o uso do drone.

    Drone utilizado no monitoramento

    Juntamente com a Secretaria de Segurança Institucional da UFSC (SSI), foi possível a utilização experimental de um drone que sobrevoou alguns prédios do Centro Tecnológico e da Arquitetura, para observarem os telhados, calhas entre outros objetos.

    Segundo Fernanda Scheidt, administradora de edifícios e membro da comissão, essas vistorias realizadas nos telhados e topos dos prédios ainda são feitas pessoalmente pela própria equipe, o que dificulta o trabalho de fiscalização e aumenta, inclusive, os riscos de acidentes.

    O drone utilizado é um Phantom 3 Standard, adquirido pela Receita Federal e tem capacidade de atingir 120 metros de altura e alcance de 500 metros de distância do controlador. O mesmo equipamento também é utilizado pela SSI para fins de monitoramento e segurança do campus Trindade, como os estacionamentos e entornos.

    Nesse primeiro teste, por meio das imagens aéreas, foi possível identificar locais com águas paradas na cobertura do prédio da Arquitetura, bem como calhas com necessidades de limpeza da Engenharia Sanitária e Ambiental.

    A intenção é fazer esse tipo de vistoria semanalmente, visto que os ovos do mosquito Aedes aegypti eclodem em 7 dias após depositados em água parada, por isso, o Dr. Carlos Pinto, membro da comissão, ressalta que o trabalho de fiscalização e vistoria deve ser realizado o ano inteiro, não somente no verão, período o qual se intensificam os casos de identificação de focos.

     

      

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Como ajudar?

    A Comissão de Combate à Dengue da UFSC solicita e recebe denúncias por parte da comunidade acadêmica, por meio do email evitedengue@contato.ufsc.br, ou pelo ramal 4202 (Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC).


  • Atualização da situação epidemiológica da Dengue

    Publicado em 13/06/2018 às 15:55

    No final do último mês, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim n° 10/2018 sobre a situação da vigilância entomológica do Aedes aegypti e a situação epidemiológica de dengue.

    Até o presente momento, no ano de 2018, foram identificados 10.900 focos do mosquito Aedes aegypti em 149 municípios. Em relação a ocorrência da Dengue, no mesmo período, foram confirmados 25 casos autóctones (transmissão dentro do estado), 23 com Local Provável de Infecção (LPI) em Itapema e 2 com Local Provável de Infecção (LPI) em Balneário Camboriú, sendo 22 residentes no município de Itapema e 3 residentes no município de Balneário Camboriú, conforme mostra a Tabela 1 e Tabela 2.

    Os 7 casos importados (transmissão fora do estado) residem nos municípios de Biguaçu, Canoinhas, Itajaí, Joinville e São José, apresentando, respectivamente, os estados do Mato Grosso do Sul, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Paraíba como LPI.

    Tabela 1 – Casos notificados de dengue, segundo classificação. Santa Catarina, 2018.

    Fonte: SINAN On-line (com informações até o dia 26/05/2018).

    Tabela 2: Casos autóctones de dengue segundo Local Provável de Infecção (LPI). Santa Catarina, 2018.

      Fonte: SINAN On-line (com informações até o dia 26/05/2018).

     

     

    Fonte: DIVE (http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/718-boletim-epidemiologico-n-10-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-26-05-2018-se-21-2018)

     


  • O que você precisa saber sobre a vacina Dengue

    Publicado em 17/05/2018 às 16:43

    O Instituto Butantan está desenvolvendo a Vacina Dengue Butantan, que é o resultado do tipo de ciência transdisciplinar produzido no Instituto, que graças às parcerias fundamentais, desenvolve a pesquisa da vacina dengue que será uma contribuição de grande importância para a saúde pública quando for finalizada.

    Fonte: Instituto Butantan 

    A vacina avança agora para os testes necessários para a aplicação e produção em larga escala. Em breve teremos os resultados definitivos. No momento, o Butantan se prepara para os testes em todo o território nacional, contando com a participação decisiva de milhares de voluntários empenhados na vitória da Vacina Dengue Butantan.

    Para que uma vacina possa ser disponibilizada, um rigoroso processo precisa ser seguido. Antes de ser oferecida à população, a vacina é estudada em modelos animais (estudos pré-clínicos). Em seguida, ela precisa ser estudada em humanos (estudos clínicos). Na fase I, o objetivo é demonstrar que a vacina está apta a ser utilizada em humanos. Já na fase II, observa-se a   capacidade da vacina em  estimular o sistema imunológico para a produção de anticorpos. Por fim, na fase III, busca-se a comprovação de que a pessoa vacinada está protegida contra a infecção.

    Na primeira fase, uma pequena produção de vacina com os 4 vírus atenuados foi feita nos EUA para avaliar sua segurança nas pessoas. Uma vez demonstrada a segurança, esses vírus foram encaminhados ao Instituto Butantan para o aprimoramento e produção da vacina e posterior realização dos estudos clínicos. Logo depois, ao receber os vírus da vacina, o Butantan desenvolveu uma técnica para que ela durasse mais de um ano e pudesse ser usada como qualquer outra vacina. Finalmente terão início os estudos de fase III, que podem confirmar sua eficácia.

    Cumprido o protocolo da ciência responsável, com apenas uma dose, teremos uma vacina capaz de combater os quatro vírus da dengue. Essa conquista será destaque na história da ciência brasileira, e o Instituto Butantan afirmará mais uma vez a importância de uma instituição pública à frente da produção de imunobiológicos.

     

    Fonte: Instituto Butantan (http://www.butantan.gov.br/producao/dengue/Paginas/default.aspx). Acesso em 17 mai 2018.


  • Como diferenciar os sintomas da Dengue, Zika e Chikungunya

    Publicado em 17/05/2018 às 16:35

    O mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão de três doenças: a Dengue, Zika e Chikungunya. Mas como diferenciá-las? Veja abaixo as informações e sintomas que coletamos para facilitar na identificação de cada tipo de doença:

    Dengue: A infecção por dengue pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação dessa doença é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.

    Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Na fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, entre outros sintomas.

    Fonte: Brasil

    Zika: Cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias.  Entretanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito.

    Fonte: Brasil

     

    Chikungunya: Os principais sintomas são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas. Não é possível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida.

    Fonte: Brasil

    Lembre-se: ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde e não tomar medicamentos por conta própria.

     

    Fonte: Brasil (http://combateaedes.saude.gov.br/pt/tira-duvidas). Acesso em 17 mai 2018.


  • Santa Catarina tem primeiros 2 casos de dengue contraídos dentro do estado em 2018

    Publicado em 03/05/2018 às 16:26

    Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), foram confirmados, até o momento, 2 casos de dengue contraídos dentro do estado (autóctones), ambos residentes no município de Itapema. O estado apresenta outros 3 casos de transmissão de fora do estado (importados), residentes nos municípios de Biguaçu, Porto União e São José, apresentando, respectivamente, os estados do Mato Grosso do Sul, da Bahia e da Paraíba como Local Provável de Infecção.

    No período de 31 de dezembro de 2017 a 31 de março de 2018, foram notificados 615 casos de dengue em Santa Catarina. Desses, 5 (1%) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), 17 (2%) estão inconclusivos (classificação utilizada no SINAN para os casos que, após 60 dias da data de notificação, ainda não tiveram sua investigação encerrada), 490 (80%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 103 (17%) estão sob investigação pelos municípios, como observamos na Tabela 1.

    De acordo com a DIVE, as medidas de controle vetorial, incluindo a aplicação de inseticida a Ultra Baixo Volume (UBV) já foram realizadas no município de Itapema.

    Tabela 1: Casos notificados de dengue, segundo classificação. Santa Catarina, 2018.

    Fonte: SINAN On-line (com informações até o dia 31/03/2018).

    Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemológica

    (http://www.dive.sc.gov.br/index.php/arquivo-noticias/681-boletim-epidemiologico-n-06-2018-vigilancia-entomologica-do-aedes-aegypti-e-situacao-epidemiologica-de-dengue-febre-de-chikungunya-e-zika-virus-em-santa-catarina-atualizado-em-31-03-2018-se-13-2018 )


  • Número de focos do Aedes aegypti sobe 67,8% no estado de Santa Catarina

    Publicado em 24/04/2018 às 14:26

    A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE) divulgou no último mês um boletim sobre a situação da vigilância entomológica do Aedes aegypti, com dados do dia 31 de dezembro de 2017 a 17 de março de 2018. Nesse período, foram identificados 5.621 focos do mosquito Aedes aegypti em 122 municípios, enquanto no ano de 2017, haviam sido identificados 3.350 focos em 111 municípios, conforme as figuras abaixo. O aumento do número de focos está associado ao Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), no qual ocorre a coleta de larvas para o conhecimento do Índice de Infestação Predial (IIP).

    O número de focos de 2018 é 67,8% maior quando comparado ao mesmo período do ano de 2017.

    Em relação à situação entomológica, até o boletim divulgado, já são 65 municípios considerados infestados, o que representa um incremento de 18,2% em relação ao mesmo período de 2017, que registrou 55 municípios nessa condição, de acordo com a Tabela 1. Em comparação ao último boletim, houve a inclusão do município de Iraceminha como infestado. A definição de infestação é realizada de acordo com a disseminação e manutenção dos focos.

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  • Prefeitura Municipal identifica focos do mosquito da dengue no campus UFSC Trindade

    Publicado em 09/04/2018 às 16:47

    A Prefeitura Municipal de Florianópolis, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, apresentou, durante reunião com a Comissão de Combate à Dengue na UFSC nesta terça-feira, 3 de abril, um panorama da atual situação dos focos do mosquito Aedes aegypti na região do campus da UFSC no bairro trindade em Florianópolis.

    Segundo o gerente de Controle de Zoonozes e Sinantrópicos da Diretoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis, André Grippa, durante o ano de 2017 foram identificados focos do mosquito no campus Trindade em quatro ocasiões. Dentre as áreas mais problemáticas de possível foco de reprodução do mosquito, Grippa citou: calhas entupidas, construções e lixo.

    A reunião do representante da Prefeitura Municipal de Florianópolis com a Comissão foi solicitada para troca de informações e estratégias no combate ao mosquito. Desde 2015, a UFSC desenvolve, por meio da Comissão, uma série de ações de conscientização, capacitação e fiscalização de possíveis focos do Aedes aegypti.

    Exemplo de armadilha utilizada para monitorar o mosquito. Foto: Divulgação/PMF

    As quatro ocasiões em que foram encontrados focos do mosquito na UFSC, segundo Grippa, foram identificadas graças ao acompanhamento que o Centro de Controle de Zoonoses realiza com oito armadilhas presentes na UFSC. Trata-se de pontos de monitoramento da presença  do mosquito, as quais são inspecionadas a cada cinco dias, em toda a cidade.

    “Nossa preocupação aqui na UFSC são principalmente com as calhas de difícil acesso, que possam estar entupidas com folhas, por exemplo; as construções paradas ou em andamento que possam juntar água parada; e lixo deixado ao redor dos prédios”, ressalta Grippa.

    O gerente do Centro de Controle de Zoonoses ressalta que, apesar de não haver casos das doenças transmitidas pelo mosquito, a cidade de Florianópolis tem muitos focos e os insetos se reproduzem rapidamente. “Não quer dizer que esses mosquitos estão se reproduzindo aqui no campus, podem estar vindo dos bairros no entorno. Por isso a importância da conscientização”, salienta.

    Grippa relatou à Comissão da UFSC que na cidade há mais focos do mosquito na região do continente. Apesar de contar com apenas cerca de 50 agentes, a equipe do Centro fiscaliza as 1600 armadilhas existentes regularmente para monitorar sua presença e evitar que o mosquito se prolifere. “Coletamos as larvas e identificamos. Quando dá positivo para o Aedes aegypti, voltamos ao local e fazemos uma varredura para encontrar o foco gerador. Pode ser que o foco gerador esteja longe, pois o mosquito se desloca em um raio de até 300 metros, mas também pode ser transportado, em carros, ônibus, ou mesmo em elevadores”, explica.

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